sexta-feira, 24 de maio de 2019

OFICIAL DE JUSTIÇA É VITIMA DE VIOLÊNCIA NO CUMPRIMENTO DE MEDIDA PROTETIVA 


Na tarde dessa segunda feira (20/05/2019), a Oficial de Justiça T.G.T, lotada na central de mandados de Vitória da Conquista, foi vítima de retaliação ao intimar um réu em processo de violência doméstica. O agressor se enfureceu ao tomar conhecimento da ordem judicial que determinou seu afastamento do lar conjugal.
De início, o denunciado tentou burlar o cumprimento da ordem judicial usando vários artifícios, sendo necessário a intervenção policial para efetivar sua retirada do lar conjugal. Concluído o cumprimento do mandado judicial, o agressor, de posse de seus pertences, entrou em seu veículo e de forma deliberada colidiu com o veículo da Oficial de Justiça, estacionado próximo a viatura da PM.



Além de todo o tumulto e violência sofrida pela oficial de justiça na realização do seu trabalho, a delegacia da área estava sem sistema para registrar a ocorrência.
Contudo, horas depois, a oficial de justiça foi advertida pela polícia para que se mantivesse vigilante, pois o agressor estava percorrendo a cidade armado, o que causou desespero na servidora, que só se desfez do pânico após a prisão do agressor.
O sindicato dos oficiais de Justiça solidariza-se com a Oficial de Justiça e já está adotando as providências junto à Comissão de Segurança do Tribunal de Justiça, além de levar o fato ao conhecimento da Corregedoria Geral do Tribunal e a Comissão dos Direitos da Mulher, na ALBA.

terça-feira, 21 de maio de 2019

TJBA Promove Curso de Defesa Pessoal para Servidores


Coordenado pelo Juiz de Direito Dr. Vinícius Simões e, ministrado pelo instrutor Zenilton Marcelino “BRANCO”, o curso Capacitação em Defesa Pessoal, promovido pela UNICORP – Universidade Coorporativa do Tribunal de Justiça da Bahia, ocorreu nos dias 29 de abril, 06, 13 e 20 de maio, na sede da entidade, no Bairro Monte Serrat, Salvador - Bahia. 

Durante o curso, os servidores tiveram a oportunidade de ter acesso a conhecimentos que foram passados de forma brilhante pelo Instrutor Zenilton, superando a expectativa dos inscritos, em razão de terem sido abordadas várias situações do dia a dia, mostrando que é possível minimizar os efeitos de uma agressão física e que, o uso de técnicas de defesa pessoal, quando bem aplicadas, é fundamental para a preservação da vida da vítima.


O Sindicato dos Oficiais de Justiça da Bahia – SINDOJUS-BA, através de seu presidente Itailson Farias, agradece ao Presidente do Tribunal de Justiça, Desembargador Gesivaldo Brito e à direção da UNICORP, pela iniciativa e ao Presidente da Comissão de Segurança Des José Alfredo, pelo empenho na organização e espera que esta iniciativa seja transformada em um programa permanente de capacitação em defesa pessoal com turmas específicas para os oficiais de justiça, não somente na capital, mas também, nas principais comarcas da Bahia, ao tempo que pede empenho desta Egrégia Corte de justiça para a aquisição de equipamentos de proteção individual para otimizar o rendimento do curso.

SINDOJUS-BA, UNIÃO PELA VALORIZAÇÃO DO OFICIAL DE JUSTIÇA! ✊✊✊

sábado, 11 de maio de 2019

NOTA DE AGRADECIMENTO








O Sindicato dos Oficiais de Justiça Avaliadores do Estado da Bahia (SINDOJUS-BA), em nome dos seus representados, AGRADECE ao Senhor Presidente da República Federativa do Brasil pelo DECRETO Nº 9.785, de 7/5/2019, que flexibiliza o acesso ao porte de arma à diversas categorias e, dentre elas, a dos oficiais de justiça, que desde 2005 busca restabelecer o direito retirado pelo Estatuto do Desarmamento. 

Por ser este profissional o portador da comunicação e/ou o executor da ordem judicial, o oficial de justiça muitas vezes sofre ameaças por parte das pessoas que sofrem tais sanções. Há, inclusive, diversas ocorrências com registro de mortes destes profissionais em situações suspeitas, muitas ainda não esclarecidas. 

A flexibilização do acesso ao porte é um reconhecimento do perigo que a atividade do oficial de justiça exerce sobre ele e sua família, quando fora do expediente.

Salvador, 11 de maio de 2019

SINDOJUS-BA, UNIÃO PELA VALORIZAÇÃO DO OFICIAL DE JUSTIÇA! ✊✊✊ 

terça-feira, 19 de fevereiro de 2019

WORKSHOP - A IMPORTÂNCIA DA SAÚDE MENTAL DO TRABALHADOR PARA A BOA PRESTAÇÃO JURISDICIONAL


O evento, aberto a todos os servidores do TJBA, Oficias de Justiça da Justiça Federal, do TRT5 e Estudantes Universitários, será realizado no dia 20 de Março, das 8:00hs a 14:30 no auditório do TJBA e contará com palestras e uma Oficina de Certidões, culminando com um concurso para escolher as melhores certidões.

A UNICORP disponibilizará um link para inscrição e os participantes irão receber certificado. 



PROGRAMAÇÃO 


- Síndrome de Burnout - Professor Carlos Henrique Martinez 8:00hs 



- Coffe break: 9:30 hs 



- Equilíbrio emocional, trabalho e vida pessoal: A arte de não misturar - Psicóloga Silvana Valverde 9:45hs 



- Oficina de Certidões dos Oficiais de Justiça - Boas práticas (Apresentação das certidões concorrentes e debates) 10:45hs 



- Intervalo para almoço 11:45 



- Retorno aos debates, escolha das melhores certidões 13:00 



- Premiação 14:30 


REGULAMENTO PARA O 
CONCURSO DE CERTIDÕES 


Participantes: todos os Oficiais de Justiça lotados no Estado da Bahia tanto do TJBA, quanto do TRT5 e Justiça Federal, sendo que os lotados na cidade de Salvador deverão que comparecer ao local do evento. 



Os participantes deverão enviar 05 certidões em PDF para o e-mail: sindojusba@outlook.com até o dia 10 de MARÇO. 



As certidões serão fictícias quanto aos números dos processos e nomes das partes, sendo: 


1 - Certidão Negativa (endereço não localizado ou destinatário não encontrado no endereço informado); 



2 - Laudo de avaliação de imóvel; 



3 - Certidão de citação/intimação por Hora Certa, Art 252; 



4 - Certidão negativa de penhora, Art 836; 



5 - Certidão com propostas de autocomposição, Art 154; 



As certidões serão avaliadas e escolhidas pelos presentes. Os dois melhores autores serão premiados com um celular Samsung modelo J1. 

Cada certidão será avaliada individualmente e poderá receber nota de 0 a 10 de acordo com os critérios: regras gramaticais; técnica de redação; abordagem jurídica; eficácia processual e informações complementares (detalhamento da diligência, do endereço, e outras contribuições úteis para as próximas diligências no mesmo processo e/ou para o sistema judicial.)


SINDOJUS-BA, UNIÃO PELA VALORIZAÇÃO DO OFICIAL DE JUSTIÇA! ✊✊✊

terça-feira, 6 de novembro de 2018

A CARTA DE FEIRA DE SANTANA

O 1º Seminário de Atualização Legislativa e Procedimental para Oficiais de Justiça (SALPOJUS), realizado no dia 05 de Novembro de 2018 no Salão do Júri do Fórum Filinto Bastos em Feira de Santana, foi um sucesso! Oficiais de Justiça dos quatro cantos do Estado se fizeram presentes e tornaram o evento um momento único. 





Foi um dia de encontros de colegas que conversam diariamente pelas redes sociais, promovido pelo Sindicato dos Oficiais de Justiça da Bahia - SINDOJUS-BA, que deu total apoio ao Idealizador do evento, o Juiz de Direito da 2ª Vara Criminal da Comarca de Feira de Santana e Coordenador do Comitê Local da Governança da Política de Gestão de Pessoas do TJ/BA, Dr. Antonio Henrique da Silva, que não mediu esforços para ajustar todos os detalhes e que conseguiu envolver setores do TJ como ASCOM, SEAD, Diretoria de 1º Grau, UNICORP e ASSESSORIA DA PRESIDÊNCIA. 




Para o presidente do SINDOJUS-BA, Itailson Farias, o evento foi um marco que serviu para mostrar que nossa categoria é capaz de fazer acontecer, e que juntos conseguiremos mudar nossa realidade. 



Do evento saiu um documento que denominamos CARTA DE FEIRA DE SANTANA. Na verdade um grito de alerta às autoridades do nosso Tribunal de Justiça, nela pedimos manuais de procedimentos para que possamos uniformizar a prestação do serviço, melhorando a qualidade do serviço prestado à população.




SINDOJUS-BA, UNIÃO PELA VALORIZAÇÃO DO OFICIAL DE JUSTIÇA! ✊✊✊

segunda-feira, 22 de outubro de 2018

NOTA DE ESCLARECIMENTO: Seminário 05 de Novembro em Feira de Santana


A diretoria do Sindicato dos Oficias de Justiça da Bahia – SINDOJUS-BA vem esclarecer como surgiu a ideia do Seminário. 



O juiz Antônio Henrique, recém-chegado a Comarca de Feira de Santana, percebeu que algumas destas certidões, não retratavam coerentemente as diligências realizadas. Em primeira análise percebeu que os servidores eram aproveitados dos Extrajudiciais.




Vale ressaltar que o Juiz Antônio Henrique, também faz parte do Comitê Local de Governança de Politica de Gestão de Pessoas, presidindo-o. No comitê ele conheceu Itailson Farias, servidor eleito pelo voto dos servidores do TJBA, e coincidentemente também, Presidente do Sindicato dos Oficiais de Justiça da Bahia (SINDOJUS-BA).


Preocupado em ajudar os servidores, o magistrado pensou em fazer algo para minimizar o problema e entrou contato conosco. Além de receber o “de acordo” e total apoio, o juiz recebeu apenas um pedido, que fosse feito algo mais amplo, uma vez que todos oficiais são carentes de atualizações.


Após esse contato inicial houve uma intensa troca de ideias, e aquilo que seria algo pequeno se tornou um seminário, com a participação de um grupo de juízes voluntários, a Unicorp, a Corregedoria, a Presidência.
Sendo assim o I Seminário de Atualização Legislativa e Procedimental para Oficiais de Justiça do Tribunal de Justiça da Bahia – SALPOJUS, não é um evento do SINDOJUS-BA, que figura apenas como apoio na estrutura material. Toda a programação e material que será exposto foi idealizados pelo juiz Antônio Henrique. 


O Evento é aberto a todos os Oficiais de Justiça, independente de filiação sindical.


A Diretoria do SINDOJUS-BA.




SINDOJUS-BA, UNIÃO PELA VALORIZAÇÃO DO OFICIAL DE JUSTIÇA! ✊✊✊



quinta-feira, 20 de setembro de 2018

VIDA DE OFICIAL DE JUSTIÇA - o papel do oficial do ponto de vista extraoficial

Por Shirley Barrack* 

Mesmo Cabral, com seu olhar capaz de vislumbrar daqui, o Monte Pascoal lá em Itamaraju, ficaria surpreso com a extensão dos limites da Comarca de Porto Seguro, a cargo de apenas 17 destemidos oficiais de justiça, de carne e osso, quarentões, protegidos apenas com a frágil camisa de algodão, responsáveis pelos mandados da Justiça Comum (Cível, Crime, Fazenda Pública, etc) e do Sistema dos Juizados Especiais. 

São 2.287 km2 de município, com seus inúmeros e populosos bairros (só o Baianão tem cerca de 70 mil habitantes) e os distritos de Vera Cruz, Arraial D’ajuda, Vale Verde, Trancoso, Caraívas, Aldeia de Barra Velha, Queimados, Boca da Mata, etc; alguns paradisíacos, mas com muitas estradas sem pavimentação. 

A terra-mãe, a caminho dos 519 anos, ainda não possui placas com a denominação da maior parte dos logradouros, nem registro de muitos deles no satélite para viabilizar a localização por GPS. A rara numeração das casas afronta os conhecimentos mais elementares da matemática, pois os números são repetidos e sem sequência lógica. Alie-se a essas intempéries a característica de cidade turística com a peculiaridade de população flutuante e desconhecida entre si, tornando o trabalho do oficial desgastante e infrutífero. (Bem que os advogados poderiam fornecer mais dados para a localização das partes e garantir a celeridade processual!) 

Há lugarejos tão longínquos e de acesso tão difícil, que chega um dado momento no cumprimento dos mandados em que é como se a força estatal recuasse (no caso o TJ quando não fornece os meios materiais imprescindíveis para viabilizar a diligência) e dali em diante, na linha de frente, sem nenhuma munição, precisasse nascer o “super oficial”, o herói anônimo que extrapola todos os limites do dever funcional e assume o patrocínio, inclusive financeiro, para que a Justiça possa, enfim, se manifestar (ou estaria Têmis, a deusa da Justiça, representada com uma mordaça, ao invés da venda nos olhos). 

escola indígena

Tome-se de exemplo um dos muitos mandados a serem cumpridos em Barra Velha: O Oficial precisa atravessar de balsa para o arraial, viajar durante 01 hora até Trancoso e percorrer até Caraívas mais 37 km de estrada de chão em severas condições, em seu veículo particular e inadequado para o trecho. (A indenização de transporte fornecida pelo TJ é de apenas R$ 13,07 por mandado). Deve deixar o veículo às margens do Rio Caraívas e arcar com a taxa de estacionamento, enquanto atravessa o rio em uma canoa (igualmente tarifada), em razão da Vila não permitir o tráfego de veículos automotores. A partir daí o oficial tem que pagar 80,00 pela viagem de bugre da associação indígena (única autorizada a trafegar ali) até Barra Velha. São só 6 km, que duram uma eternidade porque não há estrada, mas um autêntico areal. Para o turista fica por 120,00 até Barra Velha e 250,00 até Corumbau (mais 6 km). De lancha sai a 75,00 por pessoa e depende de lotação. 


chegada à Caraívas

Em Caraívas, comunidade com apenas 1000 habitantes, localizada dentro da área de proteção ambiental, entre o rio que deu nome ao povoado, o oceano Atlântico e uma reserva indígena de pataxós, mesmo às vésperas das eleições municipais, não se percebe a mínima presença da administração pública, além da existência de um pequeno posto de saúde. O único médico na localidade é o casado com uma índia. A expectativa (não correspondida) dos moradores face à administração municipal de Porto Seguro é somente em relação à construção de estradas. Não havia nenhum militar no posto policial (imagine viver num lugar de difícil acesso sem ao menos a presença policial simbólica!).


o bugre da associação indígena é o único
autorizado a trafegar entre a vila e a aldeia
A intensa miscigenação, principalmente numa região turística, pode ter causado o enfraquecimento gradativo das tradições indígenas, diluindo a figura do cacique, outrora com papel de destaque como mediador de conflitos, responsável em aplicar as regras da tribo e definir punições. Pois, bem: Com a ausência da polícia militar e com o enfraquecimento do cacique, o único “lampejo” de Justiça a manter o tênue equilíbrio social, ficou a cargo do oficial de justiça, com sua presença frequente e, de certa forma, ostensiva. 


Todavia, o conceito do meirinho em nosso meio, muitas vezes é menos digno, sobrepondo-se sempre os adjetivos inspirados nos mandados em que não foi alcançado êxito. Mas é fato: O super oficial existe (embora infelizmente não seja uma regra)! Não importa onde ou quando, ou o obstáculo a ser vencido, pelos caminhos mais insípidos, de balsa, de canoa, de bugre, de havaianas, a decisão do juiz chega ao jurisdicionado, quer queira ele ou não. 

Porque essa é a expectativa da comunidade: que a Justiça se efetive! Que o conflito de interesses deduzido em Juízo tenha condições pra ser elucidado e, para isso, o oficial tem que dar o melhor de si, ainda que não seja o bastante. (E a terra-mãe tem que dar exemplo pro resto do país!) 

Em muitos momentos o super oficial fraqueja, treme e é tomado de assalto por um grande vazio na alma. Laconicamente anseia por fazer algo mais construtivo. Inveja o marceneiro que constrói uma mesa de 8 cadeiras para uma grande família se sentar e fazer a ceia. Cabisbaixo, intima outro jovem usuário de drogas para a audiência preliminar e na diligência seguinte, depara-se com a mãe sofrida que lamenta a morte precoce do filho assassinado ou com um pai, atônito, que padece pela prisão do filho, que se manteve firme na carreira criminosa. 



Esse oficialato não pode, definitivamente, ser encarado como uma mera relação de trabalho (pra isso já existe o carteiro!). Ao cumprir um mandado esse servidor está abrindo ao jurisdicionado, nada menos do que uma oportunidade de defesa, transformando a realidade das partes, fazendo valer o princípio constitucional do contraditório, preservando o estado democrático de direito, garantindo a manutenção da ordem pública e a paz social. Sim, porque de nada adiantaria a decisão do juiz se não saísse do seu gabinete! Tem que sair do mundo jurídico e adentrar no mundo físico, para que possa atingir os sujeitos do processo, senão é letra morta. É o ilustre oficial quem faz esse ritual de passagem; quem procede à alteração material na comunidade, quando efetiva um despejo, uma busca e apreensão, uma condução coercitiva, uma penhora, um alvará de soltura, etc. É a mão abençoada do juiz (ou amaldiçoada, a critério da parte que estiver sendo intimada! Pobre oficial!), fazendo a entrega da prestação jurisdicional. 

Existe uma magnitude tão sutil por trás do trabalho do oficial de justiça, que pode ocorrer de ele próprio não se dar conta, perdendo-se pelo caminho na busca de si mesmo e correndo o risco de se tornar um profissional medíocre, privando, desta forma, os tribunais e a comunidade, de uma peça essencial para a segurança jurídica. 

Cabe a cada um de nós assumir o seu papel social, fazendo a sua parte, sem esperar que tudo seja resolvido pela administração pública e colocar a sua força de trabalho, sem medir esforços, em prol do bem coletivo: única possibilidade de solução plausível. 


*Oficiala de Justiça do juizado de Porto Seguro, narra através de texto e fotografias, toda a odisseia que é feita para intimar pessoas que vivem na aldeia indígena mais afastada da sede do município

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Espaço dedicado a artigos de opinião de nossos colaboradores. Os artigos aqui publicados são de inteira responsabilidade de seus respectivos autores; não refletindo necessariamente a opinião do SINDOJUS.




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Originalidade – o texto deve ser da própria lavra do autor; citações devem ter o crédito anotado na sequência delas, entre parêntesis.
Tamanho – pode variar, mas deve ficar entre 500 e 600 caracteres (incluindo espaço e título), que é a média dos artigos publicados.
Especificação – não é demais lembrar que somos um sindicato de uma categoria específica e, portanto, o foco deve ser a atividade judicante do Oficial de Justiça, seus reflexos e considerações.
Envio dos artigos – os textos devem ser apresentados em Word, anexo ao e-mail cujo título esclarece o nome da seção à qual se dirige, título e autor (acrescentar tempo de cargo e comarcas onde passou). Pedimos que seja feita uma revisão textual prévia.
Sobre avaliação, aprovação, retorno e tempo para publicação – quaisquer textos recebidos passam por uma avaliação; quando aprovado, o autor é comunicado para confirmar sua publicação; todo texto aprovado passa por uma revisão e edição, entretanto, GARANTIMOS QUE O MESMO NÃO SERÁ ALTERADO a não ser por intervenção do próprio autor.
Tempo para publicação no blog – estes serão divulgados com a maior brevidade possível, porém lembramos que este trabalho ainda é feito pela diretoria, que ainda não se encontra afastada das funções do oficialato, por isso pedimos sua compreensão.



SINDOJUS-BA, UNIÃO PELA VALORIZAÇÃO DO OFICIAL DE JUSTIÇA! ✊✊✊

quarta-feira, 1 de agosto de 2018

OFICIAL DE JUSTIÇA: PERIGO E PREJUÍZO NO TRABALHO


O oficial de justiça Manoel Antenor Gonçalves Júnior, que atua na comarca de Paripiranga/BA, a 345,9 km de Salvador, não imaginou que encerraria o mês de julho amargando uma baita dor de cabeça. 

Em uma corriqueira, mas sempre penosa diligência pelas estreitas estradas de terra do Povoado Umburana, município de Adustina/BA, mais ou menos umas 10:30, Manoel foi surpreendido por uma moto pilotada por um menor que bateu de frente com seu carro. 



Passado o susto, e felizmente sem feridos, restou constatar o prejuízo que terá de assumir integralmente pois, a categoria dos oficiais de justiça talvez seja a única em que carros oficiais não são empregados. Ficando tão-somente este servidor encarregado por uma prestação jurisdicional célere à sociedade que recorre a Justiça. 


Segundo o Tribunal de Justiça da Bahia, este servidor é única e exclusivamente responsável em por colocar seu veículo particular à disposição. Em contrapartida apenas 16% do que é pago na Tabela de Custas oficial como Atos Praticados pelo Oficial de Justiça é efetivamente direcionado para a diligência através de indenização de transporte. 



Surge então a indagação: Nos casos de acidente automobilístico envolvendo profissional que utiliza veículo próprio em atividade laboral, os custos de reparação devem ser arcados pelo profissional ou empresa? Caso o profissional entrasse com ação judicial contra a empresa, como um juiz sentenciaria? Será que a decisão valeria no caso da relação OJA/TJBA? 


Do outro lado da balança, são comuns e de periodicidade religiosa, as licitações abertas pelo Tribunal para aquisição e renovação da frota de 80 carros de luxo. 


Não apenas para sua mesa diretora, como fora estabelecido na gestão do ex-presidente Eserval Rocha, mas nunca cumprido.


SINDOJUS-BA, UNIÃO PELA VALORIZAÇÃO DO OFICIAL DE JUSTIÇA! ✊✊✊

sexta-feira, 1 de junho de 2018

SINDOJUS-BA PROTOCOLA PAUTA DE REIVINDICAÇÕES 2018

O SINDOJUS-BA protocolou no último dia 29, a pauta de reivindicações da categoria para o ano de 2018:



SINDOJUS-BA, UNIÃO PELA VALORIZAÇÃO DO OFICIAL DE JUSTIÇA! ✊✊✊ 

terça-feira, 29 de maio de 2018

SINDOJUS-BA OFICIA AO PRESIDENTE COMUNICANDO QUE OS OFICIAIS DE JUSTIÇA AINDA ESTÃO SEM CONDIÇÕES DE TRABALHAR


Em virtude da dificuldade dos Oficiais de Justiça para abastecer seus veículos. O SINDOJUS-BA oficiou à Presidência do Tribunal de Justiça informando:


TJ-ADM-2018/29009
“O Sindicatos dos Oficiais de Justiça da Bahia – SINDOJUS-BA, informa que em virtude do DECRETO 426/2018 publicado no diário do dia 29 de maio, onde o Presidente do Tribunal de Justiça da Bahia, restabelece o expediente EXTERNO e interno, oficiou a presidência dando ciência que a falta de combustível permanece em quase todas as comarcas e que assim os Oficiais de Justiça não estão conseguindo cumprir mandados.”





Caso não se mostre possível o cumprimento de alguma determinação, orientamos aos oficiais que estes certifiquem apontando a dificuldade, esclarecendo ainda que o Presidente do Tribunal foi informado pelo TJADM acima.


SINDOJUS-BA, UNIÃO PELA VALORIZAÇÃO DO OFICIAL DE JUSTIÇA! ✊✊✊