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terça-feira, 31 de janeiro de 2023

AOJUS-BA passa a integrar Grupo de Trabalho do TJBA

Foto: Divulgação

A Associação dos Oficiais de Justiça Avaliadores do Poder Judiciário do Estado da Bahia (AOJUS-BA) passa a fazer parte do Grupo de Trabalho (GT) para elaboração de um novo Plano de Cargos e Salários para os servidores do Tribunal de Justiça da Bahia (TJBA). O decreto, que altera a composição do GT, publicado no Diário da Justiça da Bahia (Decreto Judiciário Nº 59), nesta terça-feira (31), foi comemorado pela categoria.

“Com essa publicação, o TJBA reconhece o nosso compromisso na busca pela melhoria da prestação jurisdicional e a nossa representatividade”, disse Itailson Farias, presidente da entidade classista. “Como entidade, a gente sempre teve a postura de colaborar, ser parceiro, fazer da melhor forma possível e ajudar. Agora é participar das discussões e sugerir alterações no que acharmos necessário”, salientou.

A referida publicação altera a composição do GT instituído pelo decreto Nº 451, de julho de 2021.

SINDOJUS-BA, UNIÃO PELA VALORIZAÇÃO DO OFICIAL DE JUSTIÇA!
 

terça-feira, 11 de outubro de 2022

Total descaso, diz associação sobre arquivamento pelo TJBA de pedido de curso para melhorar a prestação do serviço à mulher vítima de violência doméstica


Após um ano circulando em setores do Tribunal de Justiça da Bahia (TJBA), o pedido de um curso voltado para oficiais de justiça, recomendado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para dar maior efetividade às medidas protetivas de urgência, foi arquivado (TJADM-2021/44913). A Associação dos Oficiais de Justiça Avaliadores do Poder Judiciário do Estado da Bahia (AOJUS-BA) entende que existe “total descaso”.

“A gente está pedindo para melhorar a prestação do nosso serviço para proteger as mulheres vítimas de violência doméstica e o Tribunal simplesmente não está nem aí,” desabafou Itailson Farias, presidente da entidade classista. De acordo com ele, em 06 de outubro do ano passado foi solicitado o curso. “Quem atende às mulheres, vítimas de violência que precisam de medidas protetivas, somos nós, que vamos na moradia tirar o marido/companheiro de casa”, frisou.

“É imperativo que se atente que, no TJBA, todos os oficiais de justiça cumprem mandados das varas e juizados referidos no Artigo 42 da Recomendação 105/2021 do CNJ, já que agora grande parte desses servidores são lotados em Centrais de Mandados, que distribuem, randomicamente, mandados de toda e qualquer vara, selecionado apenas segundo o zoneamento geográfico para cumprimento dos mandados”, ressaltou Farias.

Pedido arquivado - Diante disso, a AOJUS-BA pediu à universidade corporativa Unicorp abertura de turmas do curso, específico para oficiais de justiça, voltado para o cumprimento dos mandados expedidos em face da lei 11.340/2006, popularmente conhecida como lei Maria da Penha, sugerindo que o curso fosse realizado na modalidade de Ensino à Distância (EAD) para alcançar o maior número possível de oficiais de justiça de todas as comarcas, e acaba sendo arquivado.

Em 23 de agosto de 2021, o Conselho Nacional de Justiça editou a Recomendação 105, que "Dispõe sobre a necessidade de se conferir prioridade à apreciação das hipóteses de descumprimento de medidas protetivas de urgência e à atuação em rede, com o Ministério Público e os órgãos integrantes da Segurança Pública, para se conferir maior efetividade às medidas protetivas de urgência, e dá outras providências", sendo que em seu artigo 42, assim se expressa: “Recomendar aos Tribunais de Justiça que promovam, no prazo máximo de 120 (cento e vinte) dias, a capacitação em direitos fundamentais, desde uma perspectiva de gênero, dos (as) servidores(as), incluindo-se oficiais de justiça, em exercício em Juizados ou Varas que detenham competência para aplicar a lei nº 11.340/2006...”.

Em seu Parágrafo único, prevê: “A capacitação de que trata o caput deverá, dentre outros objetivos, possibilitar a compreensão do ciclo da violência e dos fatores de risco a que estão submetidas as mulheres em situação de violência doméstica e familiar; dos estereótipos e preconceitos que levam à violência de gênero; do trauma e de suas consequências; da dinâmica de poder que caracteriza a violência de gênero, e das formas adequadas de interagir com as mulheres e de eliminar fatores que levem à revitimização e ao enfraquecimento de sua confiança nas instituições e nos agentes do estado”.

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quarta-feira, 5 de outubro de 2022

Oficiais de justiça buscam apoio da OAB para melhorar a prestação jurisdicional


Foto: Divulgação

Durante audiência com representantes da Ordem dos Advogados do Brasil, seção Bahia (OAB-BA) e a Associação de Oficiais de Justiça Avaliadores da Bahia (AOJUS-Ba), na tarde desta quarta-feira (05), foram discutidas ações em conjunto para contribuir na melhoria da prestação jurisdicional no estado. A inclusão de geolocalização nas petições dos interesses das partes, para facilitar a localização, o apoio na criação do Núcleo de Inteligência dos Oficiais de Justiça, para diminuir a quantidade de mandados negativos, e colaboração na cobrança pela realização de concurso público para oficial de justiça foram os temas em pauta.

Segundo Itailson Farias, presidente da entidade classista, os três pontos tratados são de interesse de toda a sociedade. “A representante da OAB mostrou total interesse em nossos pleitos, que serão levados à diretoria. Além disso, teremos reuniões com as comissões específicas para tratar de cada tema da pauta”, disse. Farias se reuniu com Esmeralda Oliveira, secretária Geral da instituição, e Cláudio Manoel da Silva, da Ouvidoria de Gênero, Mulher e Discriminação do TJBA.

“No quadro de servidores do TJBA o cargo de oficial de justiça é o que conta com menor estrutura de trabalho, mas é o servidor decisivo para impulsionar os processos”, salientou Farias. De acordo com ele, por falta de estrutura e apesar de toda tecnologia disponível atualmente, o oficial de justiça trabalha na rua quase que da mesma forma que no século passado. “Estamos buscando a evolução, porém sem o devido apoio do Tribunal de Justiça da Bahia (TJBA).

A localização dos endereços é a maior dificuldade encontrada no cotidiano da categoria. “Isso precisa mudar urgentemente a fim de dar maior efetividade e qualidade na prestação jurisdicional. É possível termos a geolocalização do imóvel, melhorando o serviço de forma significativa, e assim impulsionar o andamento dos processos”, disse.

Núcleo de Inteligência - Outro ponto discutido foi a criação do Núcleo de Inteligência dos Oficiais de Justiça, setor que visa reduzir o número de mandados negativos com o uso de ferramentas de localização das partes do processo. “Essa solicitação foi protocolada, mas até o momento continua sem resposta”, explicou.

Por fim, foi discutida a realização do concurso para o cargo de oficial de justiça, visto que o último aconteceu em 2006. “Atualmente existe uma comissão criada para a elaboração de um concurso, mas, até o momento, não temos certeza da inclusão do cargo de oficial de justiça no certame”, contou. É que, se confirmado, é necessário examinar um pedido protocolado (TJ-ADM-2022/48732), onde é solicitado um curso de formação a fim de avaliar os novos oficiais de justiça.

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quinta-feira, 15 de setembro de 2022

Resistência durante reintegração em Trancoso faz com que associação denuncie falta de segurança para os oficiais de justiça

Fotos: Divulgação

A resistência de sem terras do Movimento Resistência Camponesa (MRC) à reintegração de posse das fazendas Conjunto Rio dos Frades e Reunidas Itaquena, em Trancoso, Porto Seguro, na manhã desta quinta-feira (15), fez com que a Associação dos Oficiais de Justiça da Bahia (AOJUS-BA) voltasse a denunciar a falta de segurança no dia a dia da categoria. Houve confronto com a Polícia Militar, que estava no local para garantir o cumprimento do mandado e a integridade do oficial de justiça designado.

“Mais uma vez os oficiais de justiça são expostos a um perigo iminente sem a devida estrutura oferecida pelo Tribunal de Justiça”, denunciou Itailson Farias, presidente da AOJUS-BA. Segundo informou, foram vários pedidos ao TJ-BA para disponibilizar equipamentos de segurança. “Simplesmente recebemos uma resposta negativa, sob alegação de falta de recursos, falta de previsão orçamentária, porque só existe um fundo voltado para a segurança do magistrado, o que não existe para o servidor. Essa foi a desculpa dada para a não aquisição de coletes à prova de balas”, revelou.


Segundo o oficial de justiça, Antonio César Barreto, designado para o cumprimento do mandado, a ação começou a partir das 7h e, na chegada, os assentados jogaram pedra na polícia, que revidou com gás de efeito moral. “Quando a polícia chegou dentro do assentamento, foi recebida a tiros. Quando correram é que pôde ser iniciada a demolição dos barracos, cuja ação continuará amanhã. Não houve feridos”, contou.

Ainda de acordo com Farias, é preciso valorizar o trabalho do oficial de justiça e mostrar a o quanto é perigosa essa atividade, que existe para garantir o direito de propriedade com a reintegração de posse. “Faz parte da obrigação do cargo, é obrigação do oficial de justiça efetuar a reintegração. Nosso colega Barreto estava nesse cenário sem nenhum equipamento de proteção, o que é um absurdo. A polícia não pode cumprir este tipo de diligência sozinha. A polícia está lá para dar segurança ao cumprimento do mandado que está sendo feito pelo oficial de justiça”, disse.

Segundo José Benedito, um dos oficiais de justiça da região, em contato com o presidente da entidade classista para relatar o ocorrido, trata-se de uma das regiões mais valorizadas, talvez até do Brasil, localizada entre Trancoso e Caraíva, no sul do estado, região conhecida como Vale dos Búfalos. “O proprietário dessa área transformou a localidade em APP (Área de Proteção Permanente), justamente para preservar o Vale dos Búfalos, mas a área foi invadida”, contou.

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segunda-feira, 5 de setembro de 2022

Associação parabeniza oficiais de justiça por desempenho em mutirão de Luís Eduardo Magalhães


Mutirão em LEM - Foto: Divulgação

A Associação de Oficiais de Justiça Avaliadores da Bahia (AOJUS-Ba) parabenizou o desempenho dos oficiais de justiça que estão participando do mutirão em Luís Eduardo Magalhães (LEM) iniciado dia 15 do mês passado. O grupo foi selecionado pela associação, a pedido do presidente do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), que acatou a indicação de oficiais de justiça de confiança para realizar o serviço.

“Quero parabenizar os colegas que assumiram a missão. Já estamos colhendo os resultados positivos, com vários elogios dirigidos à equipe, que está dando conta do serviço, batendo o que foi estabelecido como meta. Estão de parabéns!”, salientou Itailson Farias, presidente da entidade classista.

Estão participando do mutirão os oficiais de justiça Egídio Alves dos Santos Neto, Jenivaldo Dias da Silva, Valderlene Maria Guimarães, Jorge Antonio Prazeres Leite Júnior, Maracir Valadares Cerqueira, José Carlos Santos da Silva, Lázaro Cezar Santos Souza e Rosa Maria Ferreira de Almeida.

O decreto judiciário 548, de 5 de agosto, foi publicado diante da quantidade de ordens pendentes de cumprimento na Comarca de LEM e a carência de oficiais de justiça na região oeste.

Foto: divulgação



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terça-feira, 30 de agosto de 2022

Inspeção do CNJ no Tribunal de Justiça da Bahia causa estranheza aos oficiais de justiça

Foto divulgação TJBA

A Associação dos Oficiais de Justiça Avaliadores da Bahia (AOJUS-BA) foi surpreendida com o relatório de inspeção ordinária do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), apresentado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), cujo objetivo é analisar os processos do judiciário baiano. O documento sugere a suspensão imediata da exigência de pagamento prévio de custas por cada ato processual – citação, intimação, transporte de oficial de justiça etc.

“Isso é estranho. O conselheiro diz que o TJBA tem que parar de cobrar as taxas antecipadas, enfatizando o caso dos oficiais de justiça. Ocorre que, não só a lei de custas estabelece a cobrança antecipada, como também a resolução 153 do próprio Conselho Nacional de Justiça (CNJ), e a súmula 190 do Superior Tribunal de Justiça (STJ). Ou seja, o conselheiro do CNJ quer passar por cima de tudo isso, até mesmo de uma resolução do próprio CNJ”, disse Itailson Farias, presidente da entidade de classe.

Ele explica que, quando a parte é cobrada, aquele recurso é utilizado, em tese, para custear o deslocamento do oficial de justiça. “Se o CNJ quer que deixe para o final do processo, quem vai custear o deslocamento do oficial de justiça?”, questiona Farias. O relatório sugere a proibição e interrupção do pagamento prévio imediatamente. “As custas devem ser calculadas e pagas, ao final, em uma só vez, pelo vencido. A bem da verdade, esse tipo de exigência é um dos fatores que contribui para a inigualável mora na prestação jurisdicional da justiça estadual da Bahia, diz o relatório.

“O CNJ quer que o Tribunal antecipe a despesa para o oficial de justiça e não quer que o tribunal cobre antecipadamente. Ou seja, quer que o dinheiro saia de onde?”, questiona ainda Farias. A súmula 190 do STJ diz que “Na execução fiscal, processada perante a Justiça Estadual, cumpre à Fazenda Pública antecipar o numerário destinado ao custeio das despesas com o transporte dos oficiais de justiça”.

Já a Resolução 153, de 06/07/2012, considera, que “as despesas com diligências de oficiais de justiça não se confundem com custas judiciais” e “a necessidade de garantir aos oficiais de justiça o recebimento justo, correto e antecipado das despesas com diligências que devam cumprir”. E estabelece que “os Tribunais devem estabelecer procedimentos para garantir o recebimento antecipado do valor necessário para o custeio de diligência nos processos em que o pedido seja formulado pela Fazenda Pública, Ministério Público ou beneficiário da assistência judiciária gratuita, pelo oficial de justiça”, dentre outros.

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quarta-feira, 10 de agosto de 2022

Mutirão em Luís Eduardo Magalhães: AOJUS-BA não vai aceitar que servidores municipais cumpram mandados


Farias em reunião com o presidente do TJBA no mês de abril - Foto Divulgação

Com a designação de oficiais de justiça avaliadores pelo Tribunal de Justiça da Bahia (TJBA) para um mutirão de cumprimento de mandados a ser realizado em Luís Eduardo Magalhães (LEM), no oeste do estado, para cumprir mais de 6 mil mandados na região a partir do próximo dia 15, acendeu a luz de alerta da Associação de Oficiais de justiça Avaliadores da Bahia (AOJUS-Ba). A entidade classista não vai aceitar que servidores municipais cumpram mandados na rua.

O decreto judiciário 548, de 5 de agosto, que se dá pela quantidade de ordens pendentes de cumprimento na Comarca de LEM e a carência de oficiais de justiça na região oeste, foi fruto de acordo entre o presidente da AOJUS-BA, Itailson Farias, e o presidente do TJBA, desembargador Nilson Castelo Branco, durante manifestação da categoria, em 28 de abril deste ano, por melhores condições de trabalho e por abertura de concurso público.

“Eu concordei com o mutirão no intuito de barrar a nomeação de servidores técnicos do TJBA para cumprir mandados. Além disso, seriam 90 diárias, porque seriam três meses para cumprir os mandados, e dez servidores da prefeitura, treinados por nós, para cumprir os atos de comunicação de forma remota. Só que ficamos sabendo agora que os detalhes foram resolvidos pela Corregedoria, que pretende pegar gente da prefeitura local para cumprir mandado na rua, o que é inaceitável”, desabafou.

A designação em caráter excepcional se dá a partir do próximo dia 15, pelo período de 30 dias, podendo ser prorrogado por mais 30 dias. “ Nos pegou de surpresa também porque o mutirão aconteceria em outubro. Os servidores municipais podem cumprir atos de comunicação como escreventes, porque é trabalho interno, que tem até regulamento; mas cumprir na rua, não! Não foi isso que foi acertado com o presidente do TJBA”, pontuou.

O decreto prevê que profissionais receberão pagamento de diárias para cumprir os atos. Os oficiais de justiça lotados a menos de 100 km da Comarca de Luís Eduardo Magalhães não farão jus ao pagamento do benefício nos finais de semana.

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segunda-feira, 20 de junho de 2022

Oficiais de justiça já podem solicitar restituição da Gratificação de Atividade Externa paga a menos em 2015

 

Foto: Reprodução Pixnio
Com o recente acórdão da decisão favorável, os oficiais de justiça já podem cobrar do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) a aplicação da correção da Gratificação de Atividade Externa (GAE), por meio de pedidos administrativos. O Sindicato dos Oficiais de Justiça da Bahia (Sindojus-Ba) impetrou o Mandado de Segurança Cível Nº 0019006-56.2015.8.05.0000, em 2015, porque o TJ-BA aplicou a correção de forma distinta para cada servidor, resultando em perda para a categoria.

“Temos que pesquisar em nossos contracheques o quanto deixou de ser pago. Em cima desse valor, deve ser aplicada a correção monetária”, explicou Itailson farias, presidente da entidade classista. Segundo informou, cada oficial de justiça teve uma forma de cálculo diferenciada. “Não sabemos o critério que o Tribunal utilizou, mas, até o momento, não vi ninguém ser pago da forma correta. Todos receberam a menos”, salientou.

O Plano de Cargos e Salário (LEI Nº 11.170 DE 26 DE AGOSTO DE 2008), que o TJ-BA deveria ter seguido, instituiu a Gratificação de Atividade Externa (GAE) devida exclusivamente aos ocupantes de cargos cujas atribuições sejam soberanamente de natureza externa e no exercício destas.

“A gratificação de que trata este artigo corresponde a 30% (trinta por cento) do vencimento básico do servidor, sendo implantada de forma gradativa, na proporção dos incisos I a V deste parágrafo, vedada a instituição de quaisquer outras gratificações dessa natureza no período compreendido entre 1º de setembro de 2008 e 31 de dezembro de 2017:

I - 20% (vinte por cento) da gratificação, a partir de 1º de julho de 2013;
II - 40% (quarenta por cento) da gratificação, a partir de 1º de julho de 2014;
III - 60% (sessenta por cento) da gratificação, a partir de 1º de julho de 2015;
IV - 80% (oitenta por cento) da gratificação, a partir de 1º de julho de 2016;
V - 100% (cem por cento) da gratificação, a partir de 1º de julho de 2017.”

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quinta-feira, 9 de junho de 2022

Oficiais de justiça: associação pede regulamentação do pagamento dos passivos

                                                                   Foto: Reprodução

A Associação dos Oficiais de Justiça Avaliadores da Bahia (AOJUS-BA) protocolou no Conselho Nacional de Justiça (CNJ) pedido de providências para que o Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) regulamente o pagamento dos passivos dos servidores. De acordo com denúncia da entidade classista, “o Tribunal não tem critérios objetivos para o adimplemento do mesmo, nem transparência e previsibilidade orçamentária”. Ou seja, cria despesas novas, como compra de férias, sem quitar os passivos passados e reconhecidos.

Segundo o presidente da AOJUS-BA, Itailson Farias, enquanto os servidores com passivos reconhecidos dos anos de 2017 e 2018 estão sem receber, os servidores com verbas a receber de 2021 e 2020 já tiveram suas verbas recebidas.

No pedido de providências n° 0003486-51.2022.2.00.0000, protocolado no dia 25 de maio, a entidade “requer o pagamento do passivo decorrente de reconhecimento superveniente de direito, enquanto as demais situações se enquadram na condição de acerto de folha, requerendo ainda a quitação das despesas pendentes no período de 01/01/2011 até 31/12/2021, pois, apesar de não ser considerado valor decorrente diretamente de folha de pagamento, enquadra-se como pendência dos anos anteriores”.

A entidade entende que o natural é que os passivos de acerto de folha contassem com previsão no orçamento do ano do fato gerador do direito, mas não foram pagos. Daí o pedido ao CNJ para que o TJ-BA seja obrigado a dar transparência administrativa, publicando a lista dos passivos, contendo nome do servidor ou magistrado, cadastro, função, ano no qual o crédito foi reconhecido e o valor do mesmo.

“Importante salientar, que a associação busca que as normas constitucionais sejam respeitadas, inclusive a legalidade, moralidade, impessoalidade, publicidade, isonomia, razoabilidade e proporcionalidade, além da previsão orçamentária”, salientou Farias.

SIND
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quinta-feira, 5 de maio de 2022

Oficiais de Justiça querem isonomia no auxílio-saúde


Reprodução Wikimedia

Enquanto os servidores do Tribunal de Justiça da Bahia (TJBA) estão recebendo o auxílio-saúde baseado na faixa etária, o magistrado passou a ser beneficiado com pagamento de 10% de seu subsídio, com base em dois incisos do Conselho Nacional de Justiça. A novidade veio por meio do DECRETO JUDICIÁRIO nº 368, de 3 DE MAIO DE 2022, mas o que a Associação dos Oficiais de Justiça Avaliadores da Bahia (AOJUS-BA) não entende é o porquê dessa alteração não ser estendida para todos os servidores.

O referido ato, que substitui o Decreto Judiciário nº 486, de 26 de junho de 2021, responsável pela regulamentação da concessão do Auxílio-Saúde, abre a possibilidade de os magistrados passarem a receber R$ 3.000,00 de auxílio-saúde, independente de idade, ou seja, chegando a um aumento de mais de 100%. No decreto anterior, por faixa etária, o magistrado recebia no máximo R$ 1.064,00.“Enquanto isso, nos será concedido apenas R$ 200,00 de aumento no auxílio”, afirma Itailson Farias, presidente da entidade classista.

A alteração recente do decreto com menos de um ano em vigor não agradou aos servidores. “Imagine aí se um plano de saúde agora fizesse o plano de acordo com o provento, ao invés de se basear na idade? Dessa forma, quanto maior for seu rendimento, maior será seu plano de saúde”, questiona Farias.

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quinta-feira, 28 de abril de 2022

Em manifestação na manhã desta quinta (28), oficiais de justiça entregam pauta de reivindicações ao presidente do TJ-Ba


Fotos: divulgação



Durante manifestação de oficiais de justiça, na manhã desta quinta-feira (28), em frente ao Tribunal de Justiça da Bahia (TJBA), a Associação dos Oficiais de Justiça Avaliadores da Bahia (AOJUS-BA) entregou à presidência do órgão estadual a pauta de reivindicações da categoria, que ficou de ser analisada. Com um déficit de 892 vagas, o lançamento de um concurso público liderou a lista do pleito, visto que o último aconteceu em 2006.

Além de Salvador, estavam presentes ao ato oficiais de justiça de Lauro de Freitas, Simões Filho e Camaçari. Em outros municípios baianos também foram realizadas mobilizações de apoio. Apesar de não estar agendado, o presidente da entidade classista, Itailson Farias, foi atendido pelo desembargador Nilson Castelo Branco. “Ele abriu exceção e me recebeu de forma cordial, em consideração aos encontros que tivemos em reuniões quando ele era presidente da Comissão de Segurança e, assim, tivemos oportunidade de enumerar o que está acontecendo nos setores do TJBA diante de nossas demandas”, contou.

De acordo com Farias, com essa mobilização, a entidade conseguiu que fosse dada prioridade à questão da indenização de transporte por mandado cumprido, defasada em 30%, além da necessidade de equipar as centrais de mandados e salas de oficiais de justiça com novos computadores, scanners e impressoras. “Os outros pleitos ficaram de ser analisados e ter andamento de acordo com as possibilidades, como o lançamento de edital para concurso público e outros itens da pauta”, revelou. Na sua opinião, houve um avanço nas negociações. “Vamos agora aguardar para ver”, disse. Novo encontro será agendado entre as comissões e o TJBA para detalhamento das necessidades de cada comarca do interior.

Além do lançamento de edital para concurso público e a atualização da tabela de indenização de transporte, a categoria reivindica pagamento de indenização de transporte por mandado cumprido, novos computadores, scanners e impressoras para as centrais de mandados e salas dos oficiais de justiça, liberação de acesso aos fóruns, para oficiais plantonistas do plantão de 1° grau quando os fóruns estão fechados, pagamento de diária para o plantonista que tiver que cumprir mandado do plantão de 1° grau fora da sede da comarca que atua, dentre outros.

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terça-feira, 26 de abril de 2022

Oficiais de justiça da Bahia fazem manifestação nesta quinta (28) por abertura de concurso público




Com uma pauta de reivindicações liderada pela necessidade do lançamento de edital para concurso público – o último aconteceu em 2006 -, os oficiais de justiça fazem manifestação nesta quinta-feira, (28), às 9h, na porta do Tribunal de Justiça da Bahia (TJBA), no Centro Administrativo da Bahia (CAB). De acordo com a Associação dos Oficiais de Justiça Avaliadores da Bahia (AOJUS-BA), o déficit é de 892 vagas. A quantidade de cargos de oficial de justiça, prevista na lei de estrutura administrativa do órgão estadual, é de 2.434, sendo que ocupados estão 1.542.

“Pleiteamos providências necessárias para preenchimento dessas vagas, visto que estamos sobrecarregados. A categoria está envelhecida, muitos sem condições físicas para o trabalho na rua; muitos querem a aposentadoria, com medo das reformas trabalhistas e administrativas; sem falar que estamos sendo substituídos em algumas comarcas por servidores de outros cargos, o que afeta a qualidade do serviço”, explica Itailson Farias, presidente da entidade de classe.

Além da imediata realização de concurso público, a categoria reivindica atualização da tabela de indenização de transporte, pagamento de indenização de transporte por mandado cumprido, novos computadores, scanners e impressoras para as centrais de mandados e salas dos oficiais de justiça, liberação de acesso aos fóruns, para oficiais plantonistas do plantão de 1° grau, pagamento de diária para o plantonista que tiver que cumprir mandado do plantão de 1° grau fora da sede da comarca que atua, dentre outros.

SINDOJUS-BA, UNIÃO PELA VALORIZAÇÃO DO OFICIAL DE JUSTIÇA!

domingo, 24 de abril de 2022

Sem concurso público e déficit de oficiais de justiça, precarização da mão de obra do judiciário se torna realidade, denuncia associação

Itailson Farias -Foto Antônio Queirós CMS

A falta de concurso público para o cargo de oficial de justiça – o último foi realizado em 2006 – está preocupando a categoria que, sobrecarregada, está sendo substituída por servidores da secretaria da vara, submetendo os jurisdicionados ao risco de precarização dos atos praticados. A denúncia parte da Associação dos Oficiais de Justiça Avaliadores da Bahia (AOJUS-BA) que tem cobrado do Tribunal de Justiça da Bahia (TJBA) abertura de concurso público, desde 2014, quando foi realizado certame para outros cargos, deixando de fora os oficiais de justiça, cujo déficit hoje é de cerca de 900 vagas.

“Essa substituição compromete a qualidade do serviço prestado, uma vez que o designado tem medo de perder as gratificações, diferente do oficial de justiça, que tem estabilidade no cargo, algo de suma importância para desenvolver a atividade de forma imparcial e sem medo de represálias. O Judiciário não pode sofrer influência externa”, explica Itailson Farias, presidente da entidade classista.

Mutirão - De acordo com Farias, “o Tribunal de Justiça da Bahia começa a reconhecer que não ter realizado concurso público para o cargo de oficial de justiça foi um erro”. Tanto assim, que a Corregedoria do Interior publicou o Provimento Nº CCI 01/2022GSEC, em 19/04/2022, regulamentando um mutirão para o cumprimento de mandados em comarcas iniciais e intermediárias.

Segundo revelou, o problema é que muitas dessas comarcas possui apenas um oficial de justiça ou nenhum, sendo que já é utilizado um servidor interno para desempenhar o trabalho do oficial de justiça. “Para piorar a situação, os servidores internos, em comarcas iniciais e intermediarias, já estão sendo substituídos por servidores cedidos pelas prefeituras há anos. A pergunta é: esses servidores vão cumprir mandados?”.

“A situação é extremamente preocupante”, desabafou Farias. É que, dentro dos cartórios, estes servidores municipais acabam ganhando status de servidor do judiciário, com amplo acesso aos processos que tramitam na vara e aos sistemas da justiça. “O fato de um magistrado, cuja unidade judicial é dependente de servidores do município, julgar uma ação contra os interesses do prefeito vai suscitar a possibilidade de represália tirando os funcionários do fórum?”, questiona o presidente da entidade classista.

Precarização - Na ótica da entidade, e em defesa da categoria, situação como essa submete os jurisdicionados ao risco de precarização dos atos praticados, visto que o Judiciário não pode sofrer influência política. “Esses oficiais de justiça designados não teriam a devida autonomia para levar ao conhecimento da Corregedoria um ato manifestamente ilegal. Até onde o designado iria para defender a isenção do Judiciário, em detrimento dos benefícios do cargo designado, no caso de tomar conhecimento, em razão do cargo, de ilicitudes provocadas por influência política?”, questiona novamente.

“Por essas e outras que a nossa constituição federal preconiza o concurso público como via de acesso aos cargos públicos e, em que pese estar em voga a terceirização de algumas funções auxiliares das serventias, os cargos essenciais à justiça, como é o caso do juiz e o oficial, jamais deverão ser alvo desta precarização a fim de garantir ao jurisdicionado um serviço prestado por agentes públicos isentos e dispostos a atuar, independente de influências políticas ou econômicas”, rebateu o presidente da AOJUS-BA.

SINDOJUS-BA, UNIÃO PELA VALORIZAÇÃO DO OFICIAL DE JUSTIÇA!


quinta-feira, 14 de abril de 2022

Sem correção da tabela de indenização de transporte, oficiais de justiça não estão sendo ressarcidos corretamente em suas despesas para cumprir mandados

Imagem: Divulgação

A Associação dos Oficiais de Justiça Avaliadores do Estado da Bahia (AOJUS-BA) entrou com Pedido de Providência junto ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ), nesta terça-feira, 12, solicitando a correção da tabela de indenização de transporte dos oficiais de justiça, defasada desde 2017. Desde 2018 que a entidade classista questiona a falta de correção da tabela junto ao Tribunal de Justiça (TJ-BA) sem êxito.

De acordo com Itailson Farias, presidente da AOJUS-BA, em dezembro de 2017, TJ-BA publicou a Resolução 26, estabelecendo que, a partir dali, sempre que a Tabela de Custas Judiciais tivesse correção, o mesmo percentual seria aplicado à tabela de indenização de transporte dos oficiais de justiça. “Até hoje, nenhuma correção foi aplicada à tabela e o acumulado já chega a 30%”, salientou.

“Fica difícil trabalhar assim. Fazemos vários deslocamentos para cumprir mandados e, com o combustível sofrendo vários aumentos e a tabela sem reajuste, está cada vez mais difícil cumprir nossas tarefas”, explicou.

Com a posse do novo presidente do TJ-BA em 2022, a entidade de classe entrou com o Pedido Administrativo - TJADM 2022-12543, mas o encaminhamento dado ao pleito não foi no sentido de corrigir o erro. “Sendo assim, não restou alternativa que não fosse buscar o CNJ, através do Pedido de Providência 0002155-34.2022”, disse Farias.

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terça-feira, 15 de março de 2022

Com aumento do combustível e sem reajuste na indenização de transporte, oficiais de justiça não têm como cumprir mandados

 

Reprodução: Pxhere


Os oficiais de justiça da Bahia estão tendo dificuldades para realizar suas atividades, motivado pelo Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) que não atualiza a tabela de indenização de transporte, como previsto em resolução do próprio TJBA. Desde dezembro de 2017 está em vigor a Resolução 26 e, de lá para cá, o combustível vem sofrendo aumentos, fazendo com que os oficiais estejam “tirando do bolso” para cumprir mandados.

Segundo o presidente da Associação dos Oficiais de Justiça da Bahia (AOJUS-BA), Itailson Farias, de lá para cá teve correção de 30% nas custas, mas não foi aplicada à tabela referente à Resolução nº 26, de 19 de dezembro de 2017, que atualizou “os valores da tabela de indenização de transporte devidas aos Oficiais de Justiça Avaliador e Agentes de Proteção ao Menor”.

“O Tribunal de Justiça da Bahia está consciente da situação e disse que vai estudar o impacto financeiro. Mas, enquanto isso, já temos situações no estado em que não temos como sair em diligências”, revelou Farias. De 2018 até 2022 nenhum reajuste foi aplicado na tabela de indenização.

“Durante a pandemia, por ser um período atípico, os oficiais de justiça ficaram calados; mas com o aumento abusivo do combustível, a categoria está se vendo obrigada a reclamar, daí estarmos cobrando do Tribunal”, explicou. Ainda tem a recente mudança da presidência do TJ-Ba, o que retarda as decisões. Segundo o presidente da entidade de classe, os oficiais de justiça estão tendo muitas dificuldades para fazer os deslocamentos.

“O TJ fechou algumas comarcas, fazendo com que os colegas trabalhem em quatro a cinco cidades, quando estavam acostumados a trabalhar em uma ou duas, aumentando o custo do deslocamento”, contou. “Temos colegas que têm que fazer deslocamentos de mais de 100 quilômetros para poder cumprir um mandado. Na verdade, é tentar cumprir, porque a gente vai na casa da pessoa ver se ela está em casa. Na maioria das vezes, temos que voltar novamente, até mais de uma vez, para localizar a pessoa. Não é fácil mostrar o quanto gastamos só para tentar achar a pessoa em casa”, revelou Farias.

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quinta-feira, 23 de dezembro de 2021

RETROSPECTIVA 2021: ANO FOI MARCADO POR MANDADOS CUMPRIDOS, AÇÕES EM FAVOR DA CLASSE E CONCLUSÃO DA EXPANSÃO DO SISTEMA CCM



Mais um ano foi marcado pela pandemia e, consequentemente, por atos de comunicação por meio eletrônico, ainda que, em alguns casos urgentes, tenha havido necessidade de cumprimento de forma presencial pelos oficiais de justiça da Bahia, cuja atuação foi fundamental para dar efetividade às decisões judiciais, contribuindo com as ações do Estado em prol da pacificação social e garantindo a concretização do direito de cidadãos que buscam o amparo da justiça.

De acordo com o presidente do SINDOJUS-BA, Itailson Farias, as centrais de mandados integradas ao Sistema CCM receberam, em 2021, quase 500.000 mandados para cumprimento; destes, cerca de 180 mil foram recebidos pela Central de Salvador. Há de se destacar que nem todas as comarcas estavam integradas ao Sistema CCM desde o início do ano; do contrário, esses números poderiam ser bem maiores.

Os efeitos da pandemia e a consequente necessidade de se evitar ações que provocam aglomeração fez com que muitos mandados judiciais fossem cumpridos remotamente, por e-mail, aplicativos de mensagem, ou, ainda, por videoconferência para garantir celeridade ao processo.

Em 2021, o PJBA, por intermédio da Coordenação de Cumprimento de Mandados, setor da Corregedoria Geral da Justiça, concluiu o cronograma de expansão do Sistema CCM com a inclusão das Comarcas de Irecê e Bom Jesus da Lapa, instaladas no dia 1º de outubro. Com isso, as 24 comarcas de entrância final agora contam com uma central de mandados totalmente integrada ao Sistema CCM.

As 24 Centrais Integradas ao Sistema CCM abrangem 56 municípios baianos e se encontram instaladas nas sedes das Comarcas de Salvador, Lauro de Freitas, Porto Seguro, Eunápolis, Paulo Afonso, Guanambi, Camaçari, Vitória da Conquista, Itabuna, Ilhéus, Valença, Teixeira de Freitas, Jequié, Juazeiro, Simões Filho, Feira de Santana, Barreiras, Jacobina, Alagoinhas, Santo Antonio de Jesus, Senhor do Bonfim, Brumado, Irecê e Bom Jesus da Lapa.

PRIMEIRO PLANTÃO DO RECESSO PELO CCM

Segundo o Coordenador Geral das Centrais de Mandados e Administrador do Sistema CCM, Osenar Silva, neste ano de 2021, durante o plantão do recesso forense (20/12/2021 a 07/01/2022), nos dias úteis, das 08 às 18 horas, passam a tramitar através do Sistema PJE e, nas comarcas de entrância final, os mandados serão cumpridos exclusivamente através do Sistema CCM.

Já as demandas ocorridas a partir das 18:h até às 07:59 h dos dias úteis e finais de semana e feriados, serão tratadas, como de costume, pelo Plantão Unificado de Primeiro Grau, cujas diligências serão tratadas por equipe própria de servidores, preferencialmente por meio eletrônico e, havendo necessidade de diligências presenciais fora da capital, os oficiais serão acionados por e-mail, de acordo com escala fornecida pelo juiz diretor do fórum da comarca sede da região judiciária.

Nos anos anteriores, os processos tramitavam através do Sistema SAJ e os mandados eram entregues fisicamente pela própria vara ao oficial de justiça plantonista para cumprimento. No recesso do ano passado (2020), período em que a pandemia ostentava elevados índices de casos e internação, foi feito uma experiência por algumas centrais em que as varas enviaram os documentos em PDF para as centrais ou diretamente ao e-mail do plantonista, evitando-se assim um contato direto entre os servidores.

No recesso de 2021, além das centrais de mandados receberem toda a demanda pelo Sistema CCM, foi feita uma configuração especial para desviar todo o fluxo da central (Normal ou Urgente) para uma zona padrão denominada PLANTÃO DO RECESSO, e distribuir automaticamente ao oficial de justiça plantonista, caso esteja habilitado na referida zona. Do contrário, todos os mandados cairão na pendência e deverão ser distribuídos manualmente pela equipe administrativa de cada central. Durante este período, não haverá distribuição por região. No dia 7 de janeiro de 2022, o CCM retornará automaticamente para a configuração padrão, distribuindo os mandados normais por região e os urgentes, caindo na Área de Trabalho do Distribuidor.

“A configuração do plantão do recesso pelo PJE se dá em um momento em que a expansão deste sistema foi concluída, e já contempla 100% das unidades judiciárias baianas. Já o cumprimento dos mandados através do Sistema CCM, além de melhorar o controle do cumprimento das diligências realizadas pelos oficiais de justiça, inclusive possibilitando a coleta de dados estatísticos deste período, também possibilitará a contabilização das diligências pelo Sistema de Indenização de Transportes - SIT, um anseio dos servidores deste seguimento que, nos anos anteriores, por não haver tal configuração, cumpriam os mandados por fora do fluxo dos sistemas, impossibilitando a coleta de dados pelo SIT e, consequentemente o ressarcimento de despesas com diligências", salientou Osenar.

A CCM é fruto de uma parceria entre o Sindojus-Ba e a Corregedoria Geral, em 2018, para possibilitar a distribuição automática de mandados, com base em georreferenciamento, podendo ser acessado a partir de um computador ou dispositivo móvel conectado à internet.

Comissão de enfrentamento - O oficial de justiça Firmino Barreto Leal Júnior, 46 anos, foi escolhido pelos servidores efetivos do TJ-BA para integrar a Comissão de Prevenção e Enfrentamento ao Assédio Moral, Sexual e da Discriminação. A eleição virtual foi realizada dia 09 de fevereiro e também elegeu a juíza Ana Conceição Barbuda Sanches em votação direta entre os magistrados.

Reconhecimento do CNJ - O presidente do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ministro Luiz Fux, destacou, em 25 de março, data em que se comemora o Dia do Oficial de Justiça, a relevância do papel desempenhado por esses profissionais para a garantia de direitos, principalmente no período da pandemia (Covid-19). Segundo Fux, eles e elas “atuam como longa manus dos magistrados e contribuem sobremaneira para a concretização da Justiça e para a pacificação social”.

Comando do interior - A criação da Central de Cumprimento de Mandados na Comarca de Entre Rios pelo Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) foi comemorada pela categoria. Com isso, os oficiais de Justiça da localidade passam a exercer suas funções de acordo com as orientações e disciplinas da Central de Mandados, sem vinculação a nenhum juízo específico. O ato foi publicado no dia 30 de abril. Entre Rios foi a primeira Central de Mandados sob o comando da Corregedoria do Interior.

Indenização de transporte - Pleito antigo do Sindojus-Ba, desde agosto os oficiais de justiça passaram a ter direito de solicitar indenização de transporte para custeio de diligência dos mandados expedidos pelo sistema SEEU - Sistema Eletrônico de Execução Unificado. Trata-se de um sistema utilizado pelas varas de execuções penais para tramitação de processos com réus apenados. Esses mandados não estavam sendo indenizados. Existe uma solicitação do Sindojus-Ba no TJ-BA para que integre o Sistema SEEU ao Sistema de Indenização de Transportes.

Convênios – Em setembro, o Sindojus-Ba fechou convênios para beneficiar a categoria. Disponibilizou para os associados o plano de saúde Bradesco, com preços especiais, e o serviço de selagem com a empresa Selante Zero Furo, este gratuito.

Modelo de documentos - Foi protocolado pedido no TJ-BA, em setembro, para que modelos de documentos utilizados pelos oficiais de justiça fossem disponibilizados no portal do órgão, atendendo a uma reivindicação dos filiados.

Assembleia da AFOJEBRA - Dirigentes de vários estados, inclusive da Bahia, estiveram reunidos, no final de setembro, em uma assembleia realizada pela Associação Federal dos Oficiais de Justiça do Brasil (AFOJEBRA) em Boa Vista, Roraima, para discutir diversos assuntos relevantes para a categoria e uma estratégia de atuação.

Acesso à informação - A AOJUS-BA protocolou, em outubro, pedido ao TJ-BA para que fossem levantados dados para quantificar e avaliar a qualidade do serviço prestado pelos referidos servidores, com base na Lei de Acesso à Informação (Lei 12.527 de 18 de novembro de 2011), e no prazo ali previsto. O acesso a estas informações contribui para a elaboração de políticas públicas destinadas à otimização da efetivação da prestação jurisdicional, além da satisfação do jurisdicionado.

Segurança para os oficiais de justiça – Um curso de segurança para reduzir a possibilidade dos oficiais de justiça sofrerem abordagens por traficantes - e assim evitar consequências pós-traumáticas que normalmente geram afastamentos - foi solicitado ao TJ-BA pela AOJUS-BA em novembro.

Núcleo de inteligência - O projeto de criação do Núcleo de Apoio e Inteligência dos Oficiais de Justiça (NIOJ) foi apresentado ao TJ-BA em dezembro pela AOJUS-BA. A criação do núcleo visa diminuir o número de mandados negativos.

Encontro virtual – A primeira reunião virtual com os oficiais de justiça da Bahia foi realizada, no início de dezembro, para discutir temas importantes para a categoria. A ferramenta, disponibilizada pela Associação Federal dos Oficiais de Justiça do Brasil – AFOJEBRA, está sendo adquirida pela entidade baiana.

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quarta-feira, 15 de dezembro de 2021

Sistema CCM assegura expressiva redução da emissão de cartas precatórias para cumprimento de mandados

Texto: Ascom TJBA

Com a integração entre Comarcas, promovida pela expansão do Sistema CCM a partir de janeiro de 2020, deixaram de ser expedidas 69.756 cartas precatórias para cumprimento de mandados em comarcas integradas. O envio foi realizado direta e automaticamente através do referido Sistema, conferindo celeridade no cumprimento da ordem judicial, o que contribui para uma maior efetividade às decisões da justiça.

“Acreditamos que o potencial do Sistema seja muito maior, visto que acabamos de concluir a expansão para as comarcas do interior, tendo sido, 14 comarcas integradas em 2020 e 10 em 2021. Desta forma, se essas comarcas estivessem integradas já no início da gestão, haveriam de produzir dados ainda mais robustos. Ademais, apesar do PJBA divulgar na imprensa oficial, muitos servidores e magistrados ainda desconhecem a funcionalidade de envio de mandados diretamente pelo Sistema”, destaca Osenar dos Santos Silva, responsável pela Coordenação das Centrais de Mandados e Administrador do Sistema CCM.

Como enviar mandado diretamente pelo sistema CCM - Caso a unidade judiciária faça parte de uma comarca integrada, e o destinatário resida em endereço cujo CEP esteja dentro da faixa de município componente de Comarca também integrada, basta expedir o mandado no sistema judicial que o CCM envia, de forma automática, para a central de mandados cujo CEP constante no cadastro do destinatário esteja associado. Dessa forma, torna-se desnecessária, a expedição de carta precatória.

Entretanto, mesmo que o destinatário resida em comarca integrada, caso o magistrado, por questões procedimentais, opte por expedir a carta, sugere-se não expedir mandado, para evitar duplicidade no cumprimento, visto que, ao receber a precatória, o juízo deprecado também irá expedir um mandado que será enviado ao sistema CCM e Central correspondente.

Acesse aqui os Municípios Componentes do Sistema CCM 

Produtividade em tempos de pandemia - Apesar do advento da pandemia da Covid-19 e medidas implementadas pelo PJBA em prol do distanciamento social, as Centrais de Mandados mantiveram suas atividades, devido as decisões judiciais urgentes. Portanto, essas unidades estiveram funcionando presencialmente durante todo o período, ainda que sem atendimento presencial ao público. Apesar dos atos estarem restritos às urgências, inclusive de forma presencial, se necessário, e outros atos passíveis de cumprimento por meio eletrônico, as centrais processaram, nesse período, 580.363 mandados judiciais, tendo cumprido a maior parte destes, dos quais 306.878 com resultado positivo.


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quarta-feira, 17 de novembro de 2021

Associação busca que TJ-Ba cumpra as recomendações do CNJ no sentido de prover segurança aos oficiais de justiça

Um curso de segurança para reduzir a possibilidade dos oficiais de justiça sofrerem abordagens por traficantes - e assim evitar consequências pós-traumáticas que normalmente geram afastamentos - foi solicitado ao Tribunal de Justiça da Bahia pela Associação dos Oficiais de Justiça Avaliadores do Poder Judiciário do Estado da Bahia (AOJUS-BA). O pedido foi protocolado, no último dia 09, ao desembargador Nilson Castelo Branco, presidente da Comissão de Segurança.

Segundo o presidente da entidade classista, Itailson Farias, que também cumpre mandados no Grupo de Operações Especiais (GOE), os oficiais de justiça precisam ser treinados e preparados para desempenhar o serviço com noção de como se comportar em situações adversas e, assim, evitar crises, distúrbios e/ou afastamentos provocados por situações traumáticas.

“Durante a pandemia, aumentou de forma assustadora os casos em que os oficiais de justiça são abordados por traficantes, principalmente em Salvador, havendo casos em que os servidores foram amedrontados por marginais armados que os impediram de entrar em logradouros sob a ameaça de morte, havendo até caso de agressão”, revelou Farias.

Riscos - Ele explica ainda que medidas urgentes devem ser adotadas, visto que essa situação tem acontecido em inúmeras localidades, independente do tipo de mandato. Para Farias, os oficiais de justiça precisam ser preparados para evitar afastamentos porque, se realizam diligências acompanhados da força policial, ao retornarem depois à mesma região, correm riscos.

A AOJUS-BA considerou, para este requerimento, que o CNJ, no processo nº 0001870-85.2015.2.00.0000 determinou: “... a adoção de medidas relativas ao aparelhamento e capacitação de oficiais de justiça para determinar aos tribunais brasileiros e, não só os do Poder Judiciário da União como solicitado, a adoção de imediatas providências para efetivar tais medidas, tudo em consonância com princípios e diretrizes da política Nacional de Segurança do Poder Judiciário”.

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terça-feira, 26 de outubro de 2021

AOJUS-BA quer informações para promover melhoria na qualidade do serviço dos oficiais de justiça



A Associação dos Oficiais de Justiça Avaliadores do Poder Judiciário do Estado da Bahia (AOJUS-BA) protocolou nesta terça-feira, 26, pedido ao Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) para que sejam levantados dados para quantificar e avaliar a qualidade do serviço prestado pelos referidos servidores, com base na Lei de Acesso à Informação (Lei 12.527 de 18 de novembro de 2011), e no prazo ali previsto.

Em seu requerimento, o presidente da AOJUS-BA, Itailson Farias, pede ao desembargador Lourival Almeida Trindade, presidente do TJ-Ba, acesso a estas informações para contribuir na elaboração de políticas públicas destinadas à otimização da efetivação da prestação jurisdicional, além da satisfação do jurisdicionado.

“Com os dados levantados, a entidade de classe espera contribuir, de forma efetiva e parceira, na elaboração de ações estratégicas que visem melhorar a qualidade dos serviços prestados pelos oficiais de justiça e sua qualificação”, explicou Farias.

Além disso, estes dados vão ajudar na elaboração de políticas públicas de segurança para este grupo de servidores. “A atuação dos oficiais de justiça concretiza-se fora dos muros forenses, em locais onde há conflitos sociais e requer uma prestação voltada para a pacificação social”, disse.


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terça-feira, 21 de setembro de 2021

Filiados ao Sindojus-Ba e AOJUS-BA querem inclusão no portal do TJ-BA de link com modelo de documentos


Atendendo reivindicação dos filiados, foi protocolado pedido no Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) para que modelos de documentos utilizados pelos oficiais de justiça sejam disponibilizados no portal do órgão. A ideia é que esses documentos – autos e/ou laudos -, necessários à condução processual, sejam padronizados, considerando que os servidores utilizam diariamente diversos sistemas digitais/eletrônicos na prestação dos seus serviços à sociedade.

O pedido está registrado no processo administrativo TJ-ADM-2021/41452 e aguarda parecer. “Este pedido também vai atender anseio antigo de magistrados e advogados de uniformidade destes documentos em todo o estado e ainda vai reduzir a possibilidade de falhas dos oficiais no exercício de suas atividades”, destacou Itailson Farias, presidente do Sindojus-Ba.

“Mais na frente, com o aprimoramento deste conteúdo, queremos que seja criada uma webpágina no portal, dedicada exclusivamente aos temas da categoria ‘Oficial de Justiça Avaliador’, devido à complexidade e amplitude do conjunto de ações realizadas por tal servidor”, disse ainda Farias.

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