quinta-feira, 31 de março de 2016

CARTA ABERTA À SOCIEDADE BRASILEIRA


























O Sindicato dos Oficiais de Justiça da Bahia (SINDOJUS - BA) vem a público se solidarizar com toda a Magistratura Brasileira, em especial a Juíza Tatiana Moreira Lima, vítima de um absurdo ato de violência, em pleno exercício de suas atividades judicantes no Fórum de Butantã, estado de São Paulo.

É inadmissível que o Poder Judiciário não consiga oferecer a devida segurança aos magistrados, que trabalham em sala de audiência ou gabinete, em fóruns onde, via de regra, existe esquema próprio de segurança. 

A consternação que motiva a presente manifestação se lastreia no fato de serem, os oficiais de justiça, o grupo dentro do Poder Judiciário que sente e sabe o que é violência, pois com esta convive cotidianamente, essencialmente por ser o único agente do Judiciário que, no cumprimento do seu mister, sem a menor estrutura de segurança, é obrigado a lidar sozinho a imprevisibilidade desses mesmos agressores, na reserva de seus lares. 

Mais uma vez, a diretoria do SINDOJUS-BA mostra-se consternada com o fato ocorrido, mesmo sendo um risco eventual, e confiante que a magistratura não se deixará abalar pelo episódio ocorrido e que mudanças serão adotadas para garantir a segurança de todos que ressolveram fazer parte do Poder Judiciário e assim promoverem a paz social.

SINDICATO DOS OFICIAIS DE JUSTIÇA AVALIADORES DA BAHIA – SINDOJUS BA

quinta-feira, 24 de março de 2016

1º Dia do Oficial de Justiça na história do Brasil



Neste dia 25 de março de 2015, estamos comemorando pela 1ª vez na história do Brasil, o Dia Nacional do Oficial de Justiça. A data comemorativa foi instituída através da LEI Nº 13.157, DE 4 DE AGOSTO DE 2015. 

O Oficial de Justiça é o elo entre o Poder Judiciário e o cidadão jurisdicionado. O processo se inicia com a citação do réu e conclui-se com a efetivação da execução da sentença ou acordo entre as partes. Em ambos os casos, é necessário a atuação do oficial de justiça, com exceção dos procedimentos alternativos, como o comparecimento espontâneo do réu, penhora eletrônica, conciliação, etc.

Nesta data, lembramos os colegas vitimados com atos violentos no cumprimento de suas atribuições e/ou em virtude destas e comemoramos a organização dos oficiais de justiça no Brasil, que já contam com entidades representativas na maioria dos estados da federação.

SINDOJUS de todo o país elaboraram campanhas para esta data comemorativa. A Federação dos Oficiais de Justiça preparou o seguinte video para o evento:



Os principais anseios da categoria são: meios seguros e eficientes para deslocamento em serviço, política de segurança para as diligências, constante capacitação técnica intelectual e acesso às ferramentas eletrônicas governamentais, para melhorar a sua atuação no processo.


Nesta data histórica, 25 de março de 2016, parabenizamos a todos os oficiais de justiça da Bahia e do Brasil.

SINDOJUS BA - Sindicato dos Oficiais de Justiça Avaliadores da Bahia
Rua do Carro, 60, sala 313, Nazaré, Salvador-BA.
Contatos:
71 2132-2578



domingo, 20 de março de 2016

REALIZADA COM SUCESSO COMEMORAÇÃO DO DIA NACIONAL DO OFICIAL DE JUSTIÇA NA BAHIA


Foi realizado com êxito o evento promovido pelo Tribunal de Justiça da Bahia, em parceria com o SINDOJUS BAHIA, em comemoração ao Dia Nacional do Oficial de Justiça. O evento ocorrido no dia 18 de março de 2016, no auditório no Tribunal de Justiça da Bahia, é inédito na história do Tribunal baiano, e atendeu a uma solicitado pela FENOJUS - Federação Nacional dos Oficiais de Justiça do Brasil, para homenagear estes servidores pela passagem do seu dia, oficialmente, 25 de março, conforme a LEI Nº 13.157, DE 4 DE AGOSTO DE 2015 e que neste ano coincidiu com o feriado da sexta-feira santa. Coincidentemente, o evento ocorreu no dia em que entrou em vigor o novo Código de Processo Civil, tema providencialmente explorado pelos palestrantes.

O 1º Dia Nacional do Oficial de Justiça comemorado na Bahia, contou com 5 palestras sobre os principais aspectos inerentes à função e provocações que serão geradas com a vigência do novo código.

Prof. Esp. Danilo Santana
O OFICIAL DE JUSTIÇA NO NOVO CPC

Danilo Santana - Chefe da Controladoria do TJ-BA. Especialista em Direito Processual Civil e em Direito do Estado pela Faculdade Baiana de Direito. Professor de Direito Processual Civil da Universidade Católica do Salvador, Faculdade Dois de Julho e Centro de estudos José Aras (CEJAS). 





Prof. Bel. Edgard Borba
O PAPEL DO OFICIAL DE JUSTIÇA NO DIREITO DE FAMÍLIA
Edgard Borba – Advogado. Especialista em Direito Civil e do Consumidor, Especialista em Direito Civil e do Consumidor. Advogado militante nas áreas Cível e Defesa do Consumidor, graduado pela Universidade Católica do Salvador. Professor Universitário e de Cursos Preparatórios para concursos, autor de diversas publicações científicas no Brasil e no exterior, inclusive no Instituto Brasileiro de Direito de Família.


Prof. M.e Carlos Magno
A IMPORTÂNCIA DO OFICIAL DE JUSTIÇA NA EFETIVIDADE DA LEI MARIA DA PENHA

Carlos Magno Vieira da Silva - Advogado. Mestre em Família na Sociedade Contemporânea pela Universidade Católica do Salvador. Especialista em Direito Tributário pela UFBA. Professor de Direito Processual Penal nas Faculdades 2 de Julho e Maurício de Nassau (Lauro de Freitas).



Prof. M.e Romel Robatto
OFICIALATO: DESAFIOS, PROBLEMAS E PERSPECTIVAS

Romel Robatto - Ensina em cursos preparatórios para concursos públicos há mais de 15 anos. É servidor público da Justiça Federal da Bahia e foi Oficial de Justiça Estadual. Professor de cursos de Pós. Bacharel em Direito pela Universidade Católica do Salvador (UCSAL). Mestre em Direito pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Especialista em Direito Administrativo e Constitucional pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), em Direito Civil pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), e em docência do Ensino Superior pela Faculdade Dois de Julho (FDJ). Doutorando em Direito pela Universidade Autónoma de Lisboa (UAL). É coordenador Editorial do site Via jurídica.

Prof. Esp. e Oficial de Justiça Francisco Antônio
A NECESSIDADE DE ORGANIZAÇÃO POLÍTICA DOS SERVIDORES PÚBLICOS

Francisco Antônio da Silva Filho - Analista Judiciário, Oficial de Justiça Avaliador Federal, Justiça Federal TRF1 e presidente da Associação dos Oficiais de Justiça Avaliadores Federais da Bahia (ASSOJAF BA). Professor de Direito Previdenciário da FACET Empreendimento Cultural e Educacional da Bahia LTDA. Especializando em Direito Público pela Rede LFG – Universidade Anhanguera UNIDERP com o título da Monografia “A inconstitucionalidade das restrições à conversão do tempo de contribuição especial do Regime Geral de Previdência Social e a respectiva contagem recíproca nos Regimes Próprios de Previdência dos Servidores Públicos. Autor do livro “Regimes Próprios de Previdência dos Servidores Públicos”.


CERTIFICADO DE RECONHECIMENTO


Ao final de cada palestra, os palestrantes foram agraciados com um diploma oferecido pelo SINDOJUS-BA, em nome dos oficiais baianos. Um singelo reconhecimento de suas contribuições para a capacitação da categoria.
Alguns Oficiais de Justiça também foram agraciados com o documento em homenagem ao seu dia, não apenas por suas competências no exercício do cargo, mas também pelo relevo que tiveram no crescimento do SINDOJUS-BA em suas comarcas.

Receberam esta homenagem os oficiais Oséas Fernandes, da Comarca de Itabuna, Francimari Góes, da Comarca de Valença e Egídio Neto, da Comarca de Riachão do Jacuípe.

Lógico que não foi esquecido de reconhecer o apoio oferecido pelo TJBA na pessoa de sua presidente, V. Exa. Desa. Maria do Socorro Barreto Santiago.

SORTEIO DE BRINDES

Durante todo o evento, foram distribuídos alguns brindes aos participantes do encontro, através de sorteio. Foram sorteados, kits com canetas e malas de viagem, 5 unidades do livro "Regimes Próprios de Previdência dos Servidores Públicos", doados pelo autor e palestrante, Francisco Antônio da Silva Filho e 4 unidades do livro "Novo Curso de Direito Civil" de Pablo Stolze Gagliano e Rodolfo Pamplona Filho.

Ao final do evento, o Tribunal de Justiça da Bahia emitiu Certificado de Participação para todos os presentes.



O RESULTADO

O evento foi considerado um sucesso pela direção do SINDOJUS-BA e pelos Oficiais presentes, muitos deles se deslocaram dezenas de quilômetros de comarcas do interior do estado para prestigiar o momento. Eis algumas reações:
"O nível da palestras e dos palestrantes foi muito elevado.  A platéia interagiu no mesmo nível, com maturidade, perguntas e comentários pertinentes. Estamos realmente todos de parabéns. Diretorias da FENOJUS e SINDOJUS-BA, Presidência do TJBA e todos os que abdicaram de seus afazeres para vir receber esta homenagem." Osenar dos Santos, Vice-Presidente do SINDOJUS-BA: 
"O evento foi maravilhoso! Que venham outros!" Antonia Rosa - Comarca de São Sebastião do Passé.

"Gostaria de parabenizar todos os colegas que ajudaram diretamente e indiretamente na organização desse evento direcionado aos Oficiais de Justiça.  O evento foi muito produtivo e que venham os próximos ....." João Carlos - Comarca de Salvador

"O SINDOJUS merece o nosso aplauso, o nosso respeito e a nossa confiança. Parabéns pela luta!" Denísia Maria - Comarca de Salvador

"Parabéns à diretoria do Sindojus e aqueles que de alguma forma colaboraram para a realização desse evento. Especialmente a Itailson e Osenar. Pessoas que trabalham com dedicação, comprometimento e seriedade sempre preocupados e atentos a melhoria da nossa categoria na busca constante do respeito e importância da nossa função. Luiz Ricardo - Comarca de Salvador.

"Parabéns a todos!  Excelente o evento!" Luiz Alberto - Comarca de Salvador

"Parabéns à Diretoria do Sindojus-Ba. Gostei, muito bom." Jonatas Soares - Comarca de Salvador

"Parabéns aos organizadores e a todos os colegas que prestigiaram" Renildes - Comarca de Salvador

"Parabéns pelo evento!! Muito bom!" Denise Accioly - Comarca de Salvador

"O evento foi um sucesso. Parabéns.!!! Fiquei encantada com o nível dos palestrantes. Gostinho de quero mais." Maria Luiza - Comarca de Valente

"Parabéns a todos pelo evento!!! Que Deus os abençoe, porque determinação voces tem de sobra!!!!" Alessandra Franco - Comarca de Salvador


"Parabéns à diretoria do Sindojus e aqueles que de alguma forma colaboraram para a realização desse evento. Especialmente a Itailson e Osenar. Pessoas que trabalham com dedicação, comprometimento e seriedade sempre preocupados e atentos a melhoria da nossa categoria na busca constante do respeito e importância da nossa função." Francisco Américo - Comarca de Feira de Santana.

"Itailson e Osenar são os ÁGUIAS do SINDOJUS...Parabéns!! Não tenho vergonha de cumprimentá-los de joelho e agradeço ao GRANDE ARQUITETO pela existência destas duas "feras" na linha de frente do nosso SINDICATO...." Jenivaldo Dias - Comarca de Anajé / Diretor de Mobilização do SINDOJUS-BA.


"Um evento histórico,  com palestrantes excelentes. Parabéns a todos os integrantes do SINDOJUS e a Presidente do TJBA, Maria do Socorro pela realização espetacular desse evento. Estou muito feliz, obrigada a todos." Adi Julia - Comarca de Itabuna

"Parabéns a toda Diretoria do SINDOJUS e auxiliares que com presteza e comprometimento possibilitaram a realização deste magnífico evento que ficará na história e marcará o início do calendário de comemorações do Dia do Oficial de Justiça. Também vale ressaltar a participação de todos e todas que compreenderam a importância de prestigiar e subsidiar financeiramente para que aqueles que pudéssemos estar presente neste evento. Encerro dizendo VALEU A PENA e que Deus abençoe o SINDOJUS." Oseas Fernandes - Comarca de Itabuna.

Nas Palavras do Presidente do SINDOJUS-BA, Itailson Farias, da Comarca de Salvador:

"Considero a comemoração como um sinal claro de aproximação entre a presidência do TJ e a direção do SINDOJUS-BA. O TJ logo que recebeu ofício da Federação dos Oficiais de Justiça, solicitando a comemoração do dia do nosso dia fez contato conosco.

Nós agora estamos confiantes que a presidente do Tribunal, desa. Maria do Socorro, irá em breve receber a diretoria para tratar de nossa pauta, temos algumas necessidades específicas de nosso cargo que precisam ser atendidas para melhorar nossa prestação do serviço jurisdicional.

Estou confiantes que a Diretoria do SINDOJUS-BA terá acesso a presidência para tratar desses assuntos o fato desta ter comemorado o nosso dia nos deixa confiantes disso." 


A Diretoria do SINDOJUS-BA agradece pelas palavras dos colegas na certeza que estes momentos nos dão mais ímpeto de lutar por estrutura e condições dignas de trabalho, além do reconhecimento desta categoria que nas palavras de um dos palestrantes: “...não é apenas auxiliar do juiz, MAS ELEMENTO INDISPENSÁVEL PARA A CONSOLIDAÇÃO DA JUSTIÇA.

diretoria: da esquerda para a direita, Itailson Farias, presidente; Jenivaldo Dias, mobilização; Dinalvo Cunha, esportes; Heron Boanerges, administração; Max Matos, cultura; Osenar dos Santos, Vice-presidente e; Gilber Weber, jurídico.


OBS: Os Certificados de Participação que não foram recebidos se encontrarão à disposição na sede do sindicato na Rua do Carro, Ed Fórum Park, 60, sl. 313, Nazaré, tel 71 21322578 


Link para cobertura do evento pelo TJBA http://www5.tjba.jus.br/index.php?option=com_content&view=article&id=95629:oficiais-de-justica-comemoram-seu-dia-em-homenagem-prestada-pelo-tribunal-de-justica&catid=55&Itemid=202

Galeria de fotos do evento disponibilizada pelo TJBA
 https://www.flickr.com/photos/tjbahia/sets/72157665516626800

quinta-feira, 17 de março de 2016

OFICIAL DE JUSTIÇA VÍTIMA DE VIOLÊNCIA NA BAHIA


No dia 16 de março de 2016, às 12:00, a Oficiala Adi Julia Castro da comarca de Itabuna, foi vítima de assalto no exercício de suas funções.

A Oficiala encontrava-se na porta de uma parte que seria intimada, quando surgiu um homem em uma motocicleta, que a abordou e exigiu a bolsa, que continha, além de documentos pessoais, vários mandados que seriam cumpridos. 

Sem ter como se defender fez o que lhe foi ordenado, após o ocorrido a oficiala ligou para a Polícia Militar solicitando apoio e, mesmo aguardando por 40 minutos, não foi atendida, tendo certeza que não adiantaria continuar aguardando o apoio policial se dirigiu a delegacia da área e registrou BO.

Essa tem sido uma situação recorrente. A categoria é coagida a se expor, sem ter ao menos a companhia de um colega, é preciso refletir o quanto é prejudicial à sociedade a insegurança de um servidor com atribuições tão relevantes para a pacificação social.


O SINDOJUS-BA tomará as medidas necessárias junto ao Tribunal de Justiça da Bahia para que este estabeleça protocolos de segurança para o exercício da atividade.

segunda-feira, 7 de março de 2016

ASSEMBLEIA DO SINDOJUS APROVA PAUTA DE REIVINDICAÇÕES E PROPOSTAS PARA A NOVA LOJ

No dia 04 de março, os oficiais de justiça avaliadores da Bahia compareceram à assembléia convocada pelo SINDOJUS-BA, realizada às 09:00 horas na R. Vital Soares, 301, Brotas, Salvador - BA, onde foi deliberado e aprovado o seguinte:

1. Alterações no anteprojeto original da Nova LOJ apresentada pelo TJBA, em especial, alguns artigos que poderiam trazer prejuízos aos oficiais de justiça, como, por exemplo, a não exigência de bacharelado em direito para o cargo.

2. Pauta de reivindicações do Oficiais de Justiça da Bahia/2016, com 11 itens, resumidamente:

a) Provimento de meios seguros de locomoção para deslocamento dos oficiais de justiça em serviço;

b) Elaboração de normas de segurança para os oficiais de justiça, com o objetivo de prevenir agressões físicas durante e/ou em virtude do exercício das suas atribuições;

c) Capacitação em execução de mandados judiciais à luz do NOVO CPC;

d) Livre parada e estacionamento para veículos de oficiais de justiça em serviço;

e)extensão da vantagem pessoal de eficiência aos oficiais de justiça que não a recebem;

f) Revogação do decreto 473/2014 (auxilio refeição/licença prêmio);

g) Exclusão dos oficiais de justiça em atividade externa do sistema GEFRE;

h) Implantação do malote digital para envio de atos de simples comunicação;

i) Pagamento por serviço extraordinário e adicional noturno;

j) Cumprimento das Resoluções que tratam da progressão funcional por merecimento e do concurso de remoção anual (publicação de editais de remoção)

Destaque para a proposta sobre o provimento de meios seguros de locomoção, tendo sido aprovado:

I. Fornecimento de veículos oficiais de serviço em quantidade suficiente para atender a demanda em todo o estado, ou;

II. Indenização de Transporte nos seguintes termos:

a) Pagamento mensal de valor fixo de R$ 2.045,12, para cumprimento de até 81 mandados por mês, com reajuste anual de acordo com o índice aplicado à tabela de custas do TJBA, mais;

b) Pagamento variável de 25% do valor da taxa cobrada pelo TJBA ao jurisdicionado não isento pelo ATO PRATICADO PELOS OFICIAIS DE JUSTIÇA AVALIADORES, para cada mandado excedente.

Para cálculo do valor fixo, foi considerado 22 atos (para 22 dias trabalhados), ora no importe de R$ 92,96 cada um. Ou seja, 22 vezes 92,96 = R$ 2.045,12. Os pleitos aprovado serão encaminhados ao TJBA pelo SINDOJUS-BA mediante oficio.


quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

Oficial de justiça: profissão de risco

Por medo de retaliações, poucos profissionais prestam queixa de agressões sofridas nas diligências e, por isso mesmo, não existem dados oficiais sobre esta realidade


Por: Celso Ishigami - Diario de Pernambuco


Categoria alega que, apesar do direito garantido de escolta policial, o processo de liberação junto à PM é burocrático e raramente adequado. Foto: João Veloso/Esp. DP


Há uma semana, o oficial de justiça Victor Evangelista cumpria uma diligência na zona rural de Vitória de Santo Antão, na Mata Norte, quando foi abordado por dois assaltantes. “Eu estava num mototáxi, numa estrada de terra a caminho de um sítio para cumprir uma diligência. Passando por uma curva, havia dois indivíduos parados. Um numa moto e outro ao lado. O que estava em pé, já estava com uma espingarda apontada para gente”, lembra. Víctor não chegou a ser agredido fisicamente, mas diz que essa sensação de vulnerabilidade é uma constante no seu dia a dia. “Na maioria das vezes, nossa cobertura é uma caneta para uma certidão que você vai entregar depois de ter vivido a situação de risco”, lamenta.


Os oficiais de justiça são a representação dos juízes nas ruas, cabendo a eles a função de executar, pessoalmente, as decisões dos magistrados. Porém, esse contato com as partes nem sempre se dá de maneira tranquila. Assaltos, ameaças, xingamentos, agressões físicas e até mesmo a morte assombram a rotina da categoria, que busca alternativas para garantir a segurança de seus profissionais. Uma das queixas mais comuns é a exposição constante a situações de risco. Principalmente, entre os que atuam em localidades onde o índice de violência é mais alto ou em regiões mais isoladas.


Depois de ver o réu trancar a porta da casa dele com cadeado, abrir o zíper dizendo que convivia com estupradores e pedófilos, e que sabia o que "gente da laia" dela merecia, M.C. garante que nunca mais repetirá o erro. Foto: João Veloso/Esp. DP


No episódio que envolveu o oficial Victor Evangelista, a tensão cresceu quando um dos assaltantes percebeu seu distintivo: “Expliquei que eu não era policial, que estava desarmado e que só portava documentos. Ele pediu para eu deitar no chão, colocou a arma na minha cabeça e me revistou, subtraindo óculos, relógio e o dinheiro da carteira. Além da moto do mototaxista”, recorda. Experiência de medo e angústia que a oficiala M.C., há seis anos no desempenho da função, também conhece. 


Lição traumática


M.C diz ter enfrentado um número de incidentes maior do que gostaria, mas uma diligência feita numa comunidade no bairro de Afogados deixou uma lição preciosa. “O nome de uma senhora constava como representante legal do ‘autor do fato’ daquele mandado e cheguei ao endereço perguntando por ela”. O que M.C. não sabia é que o homem que a recebera na porta era justamente o réu. “Ele disse que eu o estava constrangendo por falar do processo no meio da rua e me convidou para entrar no imóvel. Quando entrei, ele simplesmente passou o cadeado na porta”.


Apesar de tomada pelo medo, a oficiala tentou manter a calma e passou a argumentar com o homem. “Ele não queria saber. Disse que eu estava ‘mancomunada’ com a outra parte. Ele estava usando um casaco sem blusa por baixo e ficou me ameaçando, abrindo o zíper e dizendo que convivia com estupradores e pedófilos e que sabia o que ‘gente da minha laia’ merecia”, lembra. Ciente de tudo o que poderia acontecer a partir dali, M.C. diz que não consegue lembrar quanto tempo passou para convencer o suspeito a abrir a porta. “Ele perguntava o tempo todo se eu estava com medo dele e apesar de me tremer todinha, dizia que não. Eu falei que ia pegar minha identificação profissional e retornaria, e aí, quando ele finalmente abriu a porta, corri para o carro e fui embora”.


O presidente do Sindicato dos Oficiais de Justiça de Pernambuco (Sindojus-PE), Marco Antônio Albuquerque, conta que situações como as relatadas acima são mais comuns do que apontam os números. O medo de retaliação, explica, faz com que muitos oficiais decidam não prestar queixa, atrapalhando um levantamento preciso sobre esta realidade. “Temos uma série de mandados a cumprir e seria impossível lembrar todas as pessoas que prendemos. Eu, certamente, já prendi mais de 200”, relata. “O réu com certeza vai lembrar e vai carregar aquela raiva de mim para o resto da vida. Ele não acha que foi o erro dele que o levou à prisão. Para essas pessoas, foi o oficial de justiça que as afastaram do lar. O ônus da nossa profissão é carregar isso para as nossas vidas. Vai muito além de nossas carreiras, por isso muitos têm medo de relatar as agressões.”


Demandas não atendidas


Os sindicatos dos oficiais de justiça vêm discutindo meios de diminuir os riscos enfrentados pelos profissionais diariamente em todo país. Na pauta, há questões como o direito ao porte de arma e ao acesso a equipamentos de segurança, como coletes à prova de bala. Além disso, os oficiais relatam dificuldades no processo de solicitação de escolta policial para algumas diligências.


Presidente do Sindojus-PE, Marco Antônio (D) diz que entre as principais pautas da categoria estão o direito ao porte de arma e ao acesso a equipamentos de segurança. Foto: Cortesia


Existem exceções quanto ao porte de arma. Depois de longos processos na justiça, os profissionais da categoria que atuam em Alagoas, Tocantins e Pará foram autorizados a andar armados. Além destes estados, a concessão depende da avaliação de cada superintendente da Polícia Federal. A questão é que o estatuto do desarmamento não inclui os oficiais de justiça no hall dos ofícios onde o porte é um direito. E esta é a principal demanda dos sindicatos atualmente. “Não é compreensível a gente não ter direito ao porte de arma exercendo esta função. Há vários casos que comprovam que nosso ofício traz repercussões para a segurança no plano pessoal. Se os juízes, que decidem as sentenças, têm direito, não faz sentido que nós, que as executamos, não”, justifica o presidente do Sindojus-PE, Marco Antônio Albuquerque.


Marco Antônio lembra ainda que antes da implementação do estatuto, os oficiais de justiça do Estado tinham direito ao porte de arma e que desde então, a categoria não conseguiu novas autorizações. O chefe de comunicação da PF em Pernambuco, Giovani Santoro, explicou que pela legislação atual não há como contemplar toda a categoria com o porte. “Como não há a designação no estatuto para os oficiais de justiça, cada profissional precisaria dar entrada no processo para comprovar que sua rotina coloca sua vida em risco diariamente.” Santoro, no entanto, confirmou que apesar de algumas solicitações, nenhum oficial teve a autorização para andar armado concedida em Pernambuco.


É preciso se preparar para o inesperado


Além da demanda pelo porte de arma, os oficiais de justiça têm proposto alternativas para diminuir os riscos das diligências, como a realização de cursos de defesa pessoal e procedimentos na abordagem das partes. Através de sua assessoria, o Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) confirmou o recebimento da solicitação da categoria por cursos que os ajudem nas diligências. Além disso, revelou que já foi feito contato com a Polícia Militar no intuito de firmar parceria para a realização destes cursos ainda em 2016.


Outra queixa comum da categoria é sobre o direito garantido de escolta policial. Segundo Marco Antônio Albuquerque, a compreensão da Polícia Militar sobre o que diz a lei nem sempre é adequada. “Se a gente ligar para a polícia hoje, a orientação do CIODS em 90% das vezes é que o profissional, por ser oficial de justiça, deve retornar ao fórum, solicitar ao juiz um ofício de reforço policial, se dirigir a um quartel, agendar um dia para a diligência e só aí, fazer a diligência. Isso funciona bem quando a gente consegue prever que a diligência vai trazer risco. Mas num perigo imediato, como fazer isso?”, reclama o presidente do sindicato.


A PM reiterou por nota a existência do procedimento de solicitação de apoio policial para as diligências. Por outro lado, a assessoria disse que a instituição não reconhece as denúncias de que estaria sendo negado aos oficiais o socorro em casos de urgência.


ENTREVISTA/ IVO WANDARK

“Quero ver quem se defende contra uma foice com uma caneta”


Ivo Wandark pleiteia a aposentadoria por invalidez depois de ser atacado com uma foice em uma diligência. Foto: Cortesia


Em 9 de setembro de 2014, o oficial de justiça Ivo Wandark saiu para cumprir a diligência que mudaria sua vida. Nem com toda a experiência acumulada durante os 28 anos de carreira - quase que integralmente cumprida no município de Poção, Agreste do estado - ele poderia imaginar que seria recebido a golpes de foice naquela manhã. A agressão deixou marcas bem mais profundas que as cicatrizes em sua perna e cabeça. Durante a entrevista que concedeu ao Diario, por vezes não conseguiu conter a emoção enquanto discorria sobre o impacto daquele evento em sua vida.


Sei que não é fácil para você, mas poderíamos voltar ao dia da agressão?


Tudo bem. Recebi um mandado da Lei Maria da Penha - que demanda certa urgência. No outro dia de manhã, por volta das 6h, me dirigi ao Sítio Areia Grande, uma comunidade rural do município de Poção. Primeiramente me dirigi à casa dos pais do indiciado, onde sua mãe disse que ele estava na casa dele, provavelmente dormindo. Eu já tinha intimado ele outras vezes e nunca tinha tido problema. Quando cheguei lá, bati na porta, chamei e em pouco tempo ele perguntou quem era. Me identifiquei e já desci da moto com o mandado na mão para ser mais rápido. Quando me virei, ele já tinha aberto a porta e estava com uma foice na mão. Só senti a pancada na perna esquerda. Caí no chão e tentei me defender com uma bolsa de couro, mas ele ainda me acertou duas vezes no crânio. Aí eu desmaiei. Quando retornei, só escutei a mãe dele gritando: “você matou o rapaz”. Foi quando comecei a gritar por socorro e pessoas que passavam ali perto vieram me socorrer.


E o agressor?


Fugiu, mas a polícia fez um cerco para impedir que ele fugisse para a Paraíba. Quando ele voltou para pegar roupas, a polícia estava à espreita e efetuou a prisão. Atualmente, está no Hospital de Custódia e Tratamento Psiquiátrico de Itamaracá(HCTP) porque o médico emitiu um laudo de esquizofrenia.


Como você se sente em relação a isso?


Eu tenho minhas dúvidas porque um cara que faz o que ele fez e foge tem uma lucidez. Ele tinha problemas na hora de me atacar, mas na hora de arcar com as consequências, decidiu fugir. Isso é estranho. No depoimento, ele disse que me atacou porque achava que era um ladrão. Procurar uma desculpa não é coisa de gente que tem problema mental. Mas prefiro acreditar e torço para que ele seja louco de verdade. Pra mim, seria melhor saber que foi um ato de loucura e não de maldade. Espero que não tenha sido só a maldade humana.


E o impacto desse episódio em sua vida?


É uma coisa muito difícil. Ainda carrego as sequelas. Não tenho mais o mesmo equilíbrio para andar. Sempre andei de moto, sempre gostei, e hoje não consigo mais. Meu cérebro não consegue mandar o comando para o pé esquerdo. Tenho quatro dedos dormentes que sempre me lembram o que aconteceu e realmente é muito difícil ficar lembrando. Atrapalha muito a rotina. Alguns dias são mais difíceis e não consigo fazer nada. Tenho 50 anos de idade e não consigo aproveitar a vida como deveria. Tenho dificuldade para vestir uma roupa, calçar um sapato e até para me locomover. Aí vem aquela sensação de impotência, de saber que eu não pude fazer nada. A gente não pode nem se defender desde que a categoria perdeu o direito ao porte de arma. Agora é só com uma caneta na mão. Quero ver quem se defende contra uma foice com uma caneta.


E como você lida com isso tudo?


Eu fiz mais de um ano de terapia e vou tentando tocar o barco, tentar esquecer. A gente fica realmente marcado. A situação do oficial de justiça no Brasil é de risco constante. Quando a gente mal espera, acontece a agressão. Em 28 anos, nunca tinha passado por nada parecido. Já cumpri mandado de busca e apreensão que tinha tudo pra dar errado e deu tudo certo. Eu só quero superar essa questão psicológica e tocar o barco. Viver minha vida.


Matéria publicada no InfoJus BRASIL
Fonte: Diário de Pernambuco

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

SINDOJUS BA LANÇA NOVA VERSÃO DO GUIA DO OFICIAL DE JUSTIÇA DA BAHIA

O SINDOJUS BA acaba de publicar em seu blog a nova versão do GUIA DO OFICIAL DE JUSTIÇA DA BAHIA, uma obra abrangente que objetiva orientar e preparar o Oficial de Justiça para o correto exercício do seu múnus e alertá-lo para aspectos da legislação.

Entre seus tópicos estão alguns direitos do trabalhador brasileiro, Constituição Federal, do atualizado Código de Processo Civil e do Estatuto dos Servidores Públicos Estaduais da Bahia.

Acompanha um breve histórico do exercício do cargo de Oficial de Justiça na Bahia, alertando-o sobre os obstáculos mais comuns que este encontra para o devido cumprimento dos mandados e os meios necessários para seu correto cumprimento.

São abordados ainda aspectos referentes a necessidade constante de sua capacitação, segurança do Oficial de Justiça, a utilização cada vez mais imprescindível das ferramentas virtuais de informação, seu deslocamento, o PJe e um artigo sobre a instituição da indenização de transporte (uma gambiarra da justiça brasileira).

Espera-se que os colegas Oficiais de Justiça leiam atentamente este material cuidadosamente elaborado para auxiliá-los na sua práxis cotidiana e o tornem um valioso instrumento de consulta.

Acesse aqui o GUIA DO OFICIAL DE JUSTIÇA DA BAHIA


terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

SINDOJUS BA IMPETRA MANDADO DE SEGURANÇA REQUERENDO RECOMPOSIÇÃO DAS PERDAS INFLACIONÁRIAS

Na tarde desta segunda (15/02), o Sindicato dos Oficiais de Justiça Avaliadores do Estado da Bahia – SINDOJUS BA, através de sua assistência jurídica, impetrou mandado de segurança solicitando a recomposição das perdas inflacionárias do exercício financeiro de 2015, a partir de 1º de janeiro de 2016, conforme data-base estabelecida pelo Art. 258 da LEI Nº 6.677 DE 26 DE SETEMBRO DE 1994, o Estatuto dos Servidores Públicos Civis do Estado da Bahia, das Autarquias e das Fundações Públicas Estaduais.

O procedimento, autuado com o nº 0002677-32.2016, é uma iniciativa da Diretoria do SINDOJUS-BA, e visa corrigir a omissão do chefe do Poder Judiciário do Estado da Bahia, em adotar as providências cabíveis à referida recomposição das perdas.

Apesar do discurso em prol do trabalho colaborativo com as entidades, proferido pela desembargadora Maria do Socorro Barreto Santiago, presidente do Tribunal de Justiça da Bahia empossada no dia 1º de fevereiro de 2016, o TJBA já se encontra em débito com os servidores, desde o dia 1º de janeiro, quando já deveria haver aplicado a revisão geral anual nas remunerações de seus servidores, conforme determina o inciso X, do Art 37 da Constituição Federal do Brasil.

A partir deste ato, o SINDOJUS-BA demonstra que, apesar de estar disposto a colaborar com a nova gestão do TJBA, não vacilará na defesa dos direitos dos oficiais de justiça da Bahia.

Espera-se, portanto, a ação celere e eficaz do Poder Judiciário da Bahia para reparar o dano causado pela não reposição das perdas inflacionárias às remunerações dos servidores da sua própria casa.



sábado, 19 de dezembro de 2015

Oficiais de Justiça da Comarca de Ilheus participaram de uma mega operaçao para desocupaçao de 270 casas populares


Nesta quinta (17.12.2015) Oficiais de Justiça da Comarca de Ilhéus participaram de uma mega operação para desocupação de 270 casas populares que foram invadidas no bairro Teotônio Vilela. O pedido, feito pela Prefeitura de Ilhéus, foi acatado pelo Juizo da 1ª Vara de Fazenda Pública de Ilhéus e cumprido pelos oficiais de justiça da Central de Cumprimento de Mandados da Comarca de Ilhéus.

Abaixo, Irando Pereira, um dos oficiais participantes da operação, efetuando a leitura do Mandado Judicial (à esquerda) e visitando uma das unidades desocupadas (à direita).
























As residências fazem parte de extinto programa do Governo Federal (Habitar Brasil/BID), que nunca teve as obras concluídas em Ilhéus, o que facilitou a ocupação.



Da esquerda para a direita, Silvio Pereira, Hildérico Junior, Soraya Fucci, Cesar Eça e Lydio Eduardo

Segundo a oficiala Soraya Fucci, Coordenadora da Central de Cumprimento de Mandados da Comarca de Ilhéus, e filiada ao SINDOJUS-BA, a ordem judicial já havia sido expedida desde meados deste ano pela 1ª Vara de Fazenda Pública, cuja determinação chegou a ser suspensa, mediante recurso e desde aquela época, o oficial Hilderico, responsável pelo mandado, participou de reuniões com o comando da PM e representantes do município para organizar tudo, tendo informado ao Juízo que, por se tratar de inúmeros imóveis a serem desocupados, precisava organizar uma mega-operação.

Através de recurso, os executados conseguiram derrubar a liminar que ficou suspensa por um tempo. Então foi expedido um novo mandado, em definitivo, tendo sido distribuído para o oficial Cesar Eça que, com os outros oficiais e apoio da PM e demais órgãos, deram-lhe integral cumprimento.

Os oficiais começaram a se reunir às 4:30 da manhã para montar a operação, que teve inicio às 06:30 horas,e contaram com o apoio da Policia Militar, Corpo de Bombeiros, Conselho Tutelar, e Secretaria de Assistência Social do Município. A operação  transcorreu sem confronto ou resistência por parte dos invasores e foi concluída, às 23:55 horas, sendo todos os imoveis entregues ao secretario de assistência social do Município de Ilhéus, que assinou o auto juntamente com oficiais de justiça.

"Os Oficiais de Justiça foram muito elogiados pelos representantes do Município de Ilhéus, da Policia Militar e até por alguns invasores, pela maneira responsável, humana e profissional que conduziram a diligência." Concluiu a Coordenadora Soraya Fucci, que esteve no local e acompanhou a conclusão dos trabalhos.

terça-feira, 17 de novembro de 2015

Diretoria de Recursos Humanos do TJBA orienta sobre primeiro acesso ao Sistema Consiglog

O Tribunal de Justiça do Estado da Bahia informa para magistrados e servidores que já está disponível o sistema para consulta das consignações e margem consignável. O acesso se dá pelo endereço eletrônico https://govbahia.consiglog.com.br/tjba/


O link do Consiglog também está disponível na aba Servidor, do portal do TJBA.O primeiro acesso, para magistrados e servidores ativos e aposentados, será realizado usando o número do CPF como login e o número da matrícula. A senha inicial para todos é TJ@9999999", onde 9999999 deve ser substituído pelo número da matrícula do magistrado / servidor com sete dígitos.No primeiro login o usuário é obrigado a trocar a senha por uma senha segura.Para maiores informações sobre o primeiro acesso ao sistema, ligue 0800 000 4664 – Suporte Técnico – ConsigLog, das 8h às 18h – horário de Brasília.Mais informações: DRH/COPAG – (71) 3372-1637

Texto: Ascom TJBA





"Nossa impressão:

No primeiro acesso, observar que as letras "TJ" devem ser digitadas em MAIÚSCULAS sob pena de dar erro de acesso.

O novo sistema é ligeiramente inferior ao substituido, e-consig, em termos de funcionalidade. Naquele sistema, havia a possibilidade de simular contratação de financiamento nas diversas instituições cadastradas e tambem simular a quitação.

Nada que não possa ser alterado e melhorado. Aguardemos a evolução do sistema para tecer novos comentários."